Escrivinhado por Bruno Fernandes às 17:55 em 12 de novembro de 2009
Lá e de volta outra vez.

É assim que Bilbo Bolseiro, em O Senhor dos Anéis, entitula suas aventuras. É mais ou menos assim, aqui e de volta mais uma vez, que estou hoje.

Eu li tudo o que escrevi no blog, desde 2006. E percebi que evolui. Quanta coisa passou nesses três anos. Quantas pessoas conheci, quantas pessoas deixei para trás e quanto o sentimento sobre essas pessoas mudou nesse tempo. E esse blog mostra tudo isso. É um resumo do que eu já pensei e fiz nesses últimos tempos. Um resumo que não pretendia criar.

Mais uma vez, de incontáveis vezes, volto a postar. A última postagem registrada é do fim de 2008. Exatamente a do dia 31. Reveillon lá em casa. O melhor que já passei, até agora, diga-se de passagem. O que escrevi em 2009, na época do domínio próprio, eu perdi. Não fiz backup e também nem escrevi nada que valha à pena.

Bom, e o Mundo está em órbita mais uma vez.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 09:06 em 31 de dezembro de 2008
Se você está lendo esta postagem, peço a gentileza que leia a anterior, que não foi divulgada. Veja o vídeo e me diga o que achou. Sim, não é um vídeo fake.

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A Argentina tem uma cultura musical muito estranha. As imagens abaixo, são de capas de discos das décadas de 70, 80 e 90 que circularam pelo país.

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E aquele que eu considero o melhor de todos:



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Retirado do Discos Bizarros Argentinos. Tem muito mais lá!


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Na próxima postagem vou ensinar vocês a usarem o Google Reader.

Ah! E feliz ano novo! Que 2009 seja como todos os outros anos são. Bom ou ruim, dependendo de seu próprio esforço ou perspectiva. E mandiga das braba pra quem acredita.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 19:28 em 28 de dezembro de 2008
Dez coisas de 2008:
1 - Fim do Ensino Médio.
2 - Início da minha independência financeira (em partes).
3 - Amores e desamores.
4 - Imaginação mais fértil que o normal.
5 - Candidatura e posse como MCR.
6 - Amadurecimento espiritual.
7 - Novas amizades.
8 - Uma sobrinha.
9 - Algo em torno de 230 litros de Coca tomados.
10 - Muito aperto, pra mostrar que é agora, que estou começando a vida.

2008 foi bom, claro que podia ser melhor, mas foi o suficiente (já dizia o grande Zoreia).

Numerologicamente falando, 2008 iniciou um novo ciclo. 2009 será um ano especial. Um ano de grandes conquistas para aqueles que souberem aproveitar.

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Consegui bolar um mecanismo de busca para o blog! E que não busca coisas para o blog!

Explicando: Ele busca discografias e mp3. Usando o Google, a mais poderosa ferramenta de busca do universo. Você digita o que quer, seleciona a categoria e busca. Os resultados saem na página do Google.

Muito simples e prático. Usem e abusem com os devidos créditos. O endereço está no blogroll. Chama-se: Busca no Mundo de Bruno.

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[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=gtprz7FqXNM]

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 18:53 em 21 de dezembro de 2008
Interessante como as vezes não temos oportunidades e reclamamos. Quando as temos em demasia, reclamamos também. Neste fim de semana tive que viver a dura realidade de fazer escolhas.

Espero que eu tenha feito as escolhas certas. Elas podem se desdobrar agora, como também no futuro. Muito duro isso. E triste.

Acho que vou me recuperar.

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Excelente vídeo sobre a Anistia Internacional.







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Você quer ter um blog bobante? Eu também! Por isso sigo dicas e dicas de "como fazer um blog feliz". Nenhuma delas dá certo. Mas faz você aprender a usar ferramentas muito úteis na internet. Google Reader, del.icio.us, feeds, Flickr, myspace e até o famigerado orkut.

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Eu nunca gostei de brincar com a comida. Achava nojento. Mas tem arte muito legal para se fazer com ela:



Confira mais no Flickr do Obento!.

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Atendendo a pedidos, as mais belas cantadas de pedreiro:
Você é o ovo que faltava na minha marmita.

Eu beberia o mar se você fosse o sal.

Nossa, você é tão linda que não caga! Lança bombom.

Essa muié e um saco de bolacha, eu passo um mês.

Você é sempre assim, ou tá fantasiada de gostosa?

Suspende as fritas! O filé já chegou!

Você não usa calcinha! Usa porta jóia.

Aê cremosa! Vou te passar no pão e te comer todinha!

Sexo mata! Quer morrer feliz?

Você é a lua de um luau! Quando te vejo, só digo 'uau, uau'!

Use com moderação.

(ficaria muito feliz se citassem meu blog ao indicar essas cantadas para o amigo)

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Agora sou emancipado. Interessante isso.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:33 em 16 de dezembro de 2008
Como vêem, recuperei meu domínio da 110mb. Fiz isso porque estava aparecendo nos primeiros resultados do Google e daria muito trabalho recomeçar do nada. Então fiz uma gambiarra que redireciona para cá.

Aos poucos estou me ajeitando aqui. Também tenho que me acostumar. Já aviso que a neve só vai até dia quatro de janeiro.

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Estou ficando viciado nas tirinhas do Calvin & Haroldo e do Peanuts! Isso por causa do Depósito do Calvin e da Casa do Snoopy. Dois blogs que fazem o brilhante trabalho de traduzir e postar as tirinhas. Muito legal mesmo!

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Como estou organizando isso aqui, não vou me estender muito em postagens por enquanto. Então fiquem com Ney Matogrosso e se divirtam:

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=eVn8BZ7baqU]

Claro que vocês estão se perguntando o por que um vídeo do Ney Matogrosso. Bom, segundo as estatísticas da WordPress, o termo mais buscado por aqui é Ney Matogrosso. Não sei porque CARGAS D'ÁGUA procuram isso aqui.

Resolvi dar motivo para busca.

Rebolar como Ney pode ser perigoso. Se alonguem antes.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:27 em
Interessante como a vida é marcada por rituais de passagem. Os mais céticos negam, mas é visível que nós, seres humanos, mantemos os mesmo costumes dos antigos: o de fazer rituais a cada novo ciclo.

Que nossa vida é marcada por ciclos isso é inegável. E a cada novo ciclo, um novo ritual. Interessante como as coisas parecem evoluir, mas na essência, continuam a mesma coisa. Apenas a "casca" muda.

Aos que passaram pelo ritual de Formatura, desejo boa sorte. Muita coisa nos aguarda do outro lado.

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Garotas, vocês sabem o que é idade de consentimento? É a idade legal, na qual podem "conceder" que um homem ou mulher (=p) transem com vocês. Ou seja, qualquer prática sexual com menores de 14 anos, mesmo que não seja forçada, é estupro. E estupro, é crime hediondo.

Acho interessante que a lei fixe uma idade mínima para transar. É muito bonito esse tipo de lado "responsabilidade sexual com nossos adolescentes" de nossa legislação. Fica lindo lá no papel. Ali no postinho, aqui perto de casa, são lindas também as mães de treze, quatorze e quinze anos. Todas em suas plenitudes fecundais, aos oito meses de gestação. Lindo.

Há lei para tudo. Menos para a pouca vergonha de nossos legisladores.

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Há cada dia que passo, vejo que  Ordem DeMolay está dentro dos Capítulos, não nas instituições que a administra. Nos Grandes e Supremos da vida, há apenas um belo teatro, que vai ficando mal atuado com o tempo.

Aos DeMolays que estão iniciando sua jornada, recomendo que leiam a Cerimônia de Posse de Oficiais.

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Estou gostando do blog. Está bem mais funcional e divertido postar nele. As coisas que ficam ao lado pesavam muito e não serviam para nada. Sei que jogar Pac Man ou alimentar o Jow era legal, mas eles atrapalhavam as conexões mais lentas.

Estou querendo sugestões e críticas ao respeito do blog.

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Química continua sendo chato e inútil.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:24 em 14 de dezembro de 2008
Como vocês podem perceber, algumas coisas mudaram por aqui. Saí do Blogger e passei para a Wordpress. O endereço mudou, mas as postagens estão todas aqui. E os comentários também. Se você visitar todas as postagens, verá que as postagens do Bom, Falando Nisso estão aqui também. Uma bela repaginada no blog. A aparência ainda não é das melhores, mas aos poucos vai mudando. Gostaria de saber o que acharam.

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Tenho que estudar uma montanha de coisas. Ou seja, não estou de férias. A partir de semana que vem, volto a acordar antes da sete e a dormir cedo. Vou comprar uma agenda porque preciso me organizar. Estou muito afim de construir objetivos mais sólidos. Sair dessa de sonhar e esperar. Graças ao bom Deus, acabou esse marasmo de sonhos e regalias que a escola oferece.  Sigamos com a luta.

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Minha sobrinha dança muito bem. =)

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Gabriel, Jesus é legal:





Sim, está nevando no blog.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:05 em 1 de dezembro de 2008
Estou descobrindo que a nova ferramenta do Blogger não salva automaticamente. Merda. Descobri isso da pior forma possível.
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Não tenho preconceito em relação aos homossexuais. A opção sexual de cada pessoa não influência em seu caráter. Eu, pessoalmente, acho certa atitudes homossexuais como anti naturais. Se vestir como homem sendo mulher ou de mulher sendo homem, é uma delas. Cada coisa em seu lugar na natureza. Sim, eu defendo um certo Edonismo Moral.

Na última semana descobri que um de meus amigos está se descobrindo. Nada contra, como dito anteriormente. Mas fica chato a pessoa ficar negando. Para aqueles que desejarem ver "tão formosa flor do campo, desabrochando em jardim verde, molhado pelo orvalho da manhã", assista o vídeo clicando aqui.
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Adoro os comentários inusitados no blog! O último:

"assim q eu ja souber dirigir direitinho eu buzino por ai pra te visitar viu?!??"

Bom, sonhar não é pecado.

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Até agora não sei por que vou fazer o Vestibular da UFMG.

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Como sabem, vivo de vícios musicais. O atual é Sagrado Coração da Terra. Muito bom.

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Fiquei em 8º lugar no Concurso Público do CEFET. Fui classificado. Tenho chances de ser chamado, mas vamos ver. Fui o único menor que se inscreveu e, por isso, devo ser emancipado.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:34 em 28 de novembro de 2008
"Hay hombres que luchan un dia y son buenos.
 Hay otros que luchan un año y son mejores.  
Hay quienes luchan muchos años y son muy buenos.
Pero hay los que luchan toda la vida: esos son los imprescindibles."
Bertolt Brecht

As vezes me encontro em momentos reflexivos por demais. Penso muito no que tenho feito e no que vou fazer. Analiso de mais o comportamento das pessoas à minha volta e por vezes parece que leio suas mentes. Seus olhos não as deixam mentir. Me sinto muito mais velho por isso, mas não me sinto mal. Meu corpo é jóvem, mais meu espírito parece velho e cansado das mesmíces que o caráter humano é capaz de delinear. Me sensibilizo por causas que não são minhas e por olhares doces. Sinto a mesma dor que outras pessoas sentem, seja de amor, seja de solidão. Não sei se é porque sofro dos mesmo males ou porque meu coração é bobo.


Quero, por vezes, que o mundo pare. Mas sei que isso é impossível. Afogo minha ânsia em Coca-Cola. Já consegui levar muitas pessoas para esse vício e ainda vou levar mais. Melhor ser viciado em Coca-Cola do que em Cerveja. Meus amigos são os únicos jovens da cidade que saem sábado à noite para tomar Coca-Cola e jogar conversa fora. Aproveitando o convívio e a tenra idade que o tempo leva sem piedade. Corpo são, mente sadia. Assim diz a divisa grega que figura nos cursos de Educação Física.Minhas atitudes são bestas demais. Evito o certo mesmo sabendo de seu benefício. Faço o errado, danando meu sucesso. E me contento com isso. Não sei o que sou as vezes. Nem sei se sou. 


Estava com saudade de escrever crônicas. Comecei escrevendo assim. E parei assim também. Estranho na vida como tudo se parece um teatro. A citação do começo? Apenas para lembrar a todos, que aconteça o que acontecer, devemos lutar.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:08 em 25 de novembro de 2008
A cada dia que passa, estou mais parecido com a música "Two of Us" do Supertramp. Um grão de areia no meio do nada, tentando construir um castelo em terra de estranhos. Acho que é a ansiedade. Ainda morro disso.

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Fim de aulas bastante tulmultuado. Estou fazendo a faxina de fim de ano. No momento limpando o porão. Já organizei metade dele. Agora falta a outra metade pra onde eu joguei a bagunça. Aí é só limpar. Ainda tenho que arrumar o quarto de baixo, meu quarto, o jardim (sim, vivem gnomos lá) e mais um punhado de coisas. Tudo antes do Natal.

Tenho que sair para tomar Coca; nas férias! \o/

Papai Noel usa vermelho por causa da Coca-Cola! Até 1880, ele era apenas um monge vestido com roupas marrom. Em 1881 a Coca-Cola, em sua campanha publicitária de Natal, lança o Papai Noel com roupa vermelha e um gorro com pompom na ponta. Até hoje, esta é a imagem de Papai Noel.

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Reza a lenda, que foram três os homens, na história, que andaram sobre as águas: Jesus, Pedro e um tal de Cidicleison.

Cidicleison? Sim! Esse cara aqui.

Retirado de Sedentário e Hiperativo.

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Vou perder o Encontro de Cavalaria mais fodástico dos últimos anos por causa do Vestibular da UFMG! Puta merda!

O SCODB vai relançar o Ébano no EFOC - Encontro Fluminense da Ordem da Cavalaria e eu, vou fazer vestibular. Acho que vou chorar!

Para que não tá entendendo nada, Ébano é um dos graus da Ordem da Cavalaria, que é uma Ordem paralela à Ordem DeMolay. A Ordem da Cavalaria possui nove graus, que se dividem em Série Histórica e Série Filosófica. O Ébano, é o primeiro grau da Série Filosófica. Há uns três anos ele não é dado pois estava sendo corrigido e revisado.

Mas o que me interessa neste evento nem é o Ébano (nem posso pegar esse grau) é o Grau de Cavaleiro da Cruz de Salém. Esse eu posso pegar! Mas não vou poder ir pro EFOC. =( Vou fazer o vestibular em lágrimas.

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Por causa da Ordem DeMolay, não terei mais fins de semanas. =)

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:02 em 11 de novembro de 2008
As vezes percebo, que mesmo de forma inconsciente, procuramos nos atar ao passado que machuca. Mesmo que tenhamos nos machucado profundamente, algo, lá no fundo, nos dá uma esperança. Pobre alma, que não se cansa de sofrer.

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Tenho notado que os meus parcos leitores não são sentimentais. Então vou me conter em escrever minha opiniões sobre a vida amorosa e suas conseqüencias. Vou deixá-las para minha tese de mestrado ou algo similar a isso. Quem sabe, um dia, escrevo um livro de auto ajuda.

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Escrever em tópicos é legal. Os leitores não notam que não há assunto algum a ser dito. E gostam disso. Os jornais, as vezes, usam dessa técnica. Um assalto vira tragédia dessa forma.

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Meus estudos. As vezes falo de meus estudos aqui e quase ninguém entende. É que acredito em coisas que vão muito além da razão. Coisas de "almas fortes e endurecidas".

Estou progredindo. Aquela velha sensação de 'estou sendo seguido' voltou. Não é das melhores, mas para mim é um bom sinal.

Sim, tudo tem sua normalidade.

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Me deu vontade de fazer isso.

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Estou ficando louco.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:34 em 9 de novembro de 2008
Retornando, vagarosamente, com a programação normal.

Estou achando que esse blog vai acabar se transformando no "Diário de um Mestre Conselheiro Regional". Mas pensando bem, melhor não.

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Minhas aulas estão acabando e com isso, creio que não verei mais boa parte de minha sala. Meus cálculos apontam que em cinco anos não tenha mais contatos com ninguém. É a vida e não posso fazer nada contra isso. Espero que todos sejam felizes e realizados. Coisa que sei que vai se fazer impossível. Mas, ser desejoso não é tudo mal.

De minha vida escolar sentirei falta da rotina. Da vida fácil de estudante e do Colégio em si. Os colegas foram apenas isso. Colegas temos de trabalho, futebol e até de caminhada. Estes foram de escola.

Amigos? Quem sabe alguns. Virei até Tio. São as coisas boas que ficam e a memória não apaga. Que vale à pena ser lembrado e mantido, mesmo que tudo isso se torne distante.

Mas, como já dizia naquele filme da Disney, quem vive de passado é museu. Já está acabando e seria muito dizer que valeu a pena. Foi bom. Isto, é inegável.

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Nove garotos juraram perante Deus que se tornariam melhores filhos, melhores amigos e melhores homens. Agora, eles podem dizer: Eu sou um DeMolay.

Ingressaram em um caminho sem volta e sem fim. A eles, apenas digo para se lembraram da célebre frase de Dad Land: "É o princípio que importa..."

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Concurso do CEFET destruidor. Agora estudar para o do Ministério do Trabalho.

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Se por acaso, eu der uma sumida e ficar incomunicável, não se assutem. Estou em processo de finalização de projetos e etapas. O blog vou atualizando.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 18:35 em 21 de outubro de 2008
Reza a lenda, que foram três os homens, na história, que andaram sobre as águas: Jesus, Pedro e um tal de Cidicleison.

Cidicleison? Sim! Esse cara aqui.

Retirado de Sedentário e Hiperativo.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 16:36 em 19 de outubro de 2008
Estou viciando em Rod Stewart!

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Ainda estou modificando algumas coisas por aqui. Estou tentando montar um novo layout para o blog. Não, não estou tendo sucesso.

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Amanhã retornam as aulas. Faz quinze dias que não vou à escola e realmente, estou esquecendo de como são as aulas. Mas faltam um pouco mais de trinta dias para a liberdade formatura.

Mudei totalmente meus conceitos nesses últimos dias. Acho que consegui planejar minha vida para os próximo anos. Agora só depende de mim.

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Ontem à noite tive dois litros de Coca à minha inteira disposição. E não passei mal (ainda). Bom, creio ter sido a última Coca por enquanto. Preciso ficar mais em casa e estudar.

Fiquem agora com o senhor Rod Stewart:



Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:12 em 17 de outubro de 2008
Hoje, excelente almoço na casa do Gabriel. =)

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Alguém notou que está quente pra caralho? Isso é sinal que vai chover pra caralho! =p

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Estou mais ansioso pela Iniciação do que os próprios meninos que vão iniciar. Mal posso esperar.

Amanhã sai o resultado da rifa do Grande Capítulo. Se eu ganhar aquele iPod, eu enfarto. Fora, que não tenho 80Gb de música para por nele. Vou ter que encher de pornografia.

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Notaram, que depois que o orkut mudou para o Brasil, ele tem ficado pior? Claro, estão aumentando umas facilidades ou outras, mas tá ficando uma merda. E só tem brasileiro nesse negócio. Sem noção.

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Realmente, estou sem idéia pra postar hoje. Acho que vou falar mal da Fernanda! ^^

Estava até com saudades de atormentar ela! =)

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Como uma ponte sobre águas turbulentas.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 15:43 em 28 de setembro de 2008
Estou conseguindo, lentamente, arrumar meu quarto. E como toda arrumação, achamos milhares de coisas inúteis, que guardamos pensando que seria útil. Então perdemos elas e vemos que elas não são nada úteis. E depois quando achamos, vemos que realmente, poderíamos ter jogado fora que não ia fazer diferença. Mas é a vida.

O próximo passo é organizar esse computador. Depois começar a correr todas as manhãs e iniciar um regime.

Tá, utopia tem limite.

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Acessem o site da Receita Federal e consultem o CPF 467.539.150-87. Sim, ele existe.

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Estou dando uma arrumada por aqui. E aceitando sugestões. Estou efetivando projetos também e aprendendo muita coisa interessante e legal. Estou deixando de ser muito preguiçoso para ser médio preguiçoso. Um dia me torno pouco preguiçoso. Todo mundo tem preguiça.

Continuo minha busca pelo domínio .com gratuito. Um dia eu encontro.

Se vocês observarem, dei uma mudada na coluna do lado. Tirei algumas coisas e coloquei outras. Espero que vocês gostem. O MdB pode ficar um pouco lento para carregar. É só ter paciência.

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Hoje apenas postagem esporádica. Fiquem com Fagner.



 Ahhhhhiiiii... Coração alaaaadoo!

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:29 em 24 de setembro de 2008
Segundo Vinicus, o amor é o espinho que não se vê em cada flor.

Será?

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Agora que sou um Pastor formado, comecei um novo curso. Logosofia. Tudo vai me ajudar a fundar minha própria Igreja. Cristianismo e suas vertentes, com Logosofia e Esoterismo. Depois um nome do tipo: Igreja Absoluta da Verdade Máxima de Nosso Senhor o Supremo Salvador Jesus, o Nazareno.

Bom, a Universal começou assim. Por que eu não posso?

Ou posso fazer como a Igreja Católica. Pegar umas seis dúzias de livros, tirar algumas partes mais chatas, colocar outras mais chatas ainda e depois editar em todas as línguas possíveis. Condenar todas as práticas de todas as religiões possíveis, inclusive as que serão fundadas. Se intitular como a Verdade ou pelo menos o Verdadeiro Caminho para Ela (=p), cobrar taxas e inventar meia dúzias de leis inacreditáveis e impraticáveis. Depois criar uma forma de colocar a culpa em Deus pelas más ações dos fiéis (bem e mal serão definidos de acordo com a época, mais ou menos o que der na telha). E cobrar taxas para quem pratica o bem. E também para quem pratica o mal. Criar uma forma de redenção ou de Fim dos Tempos. Já falei de taxas?

Essa fórmula funciona há pelo menos uns 2000 anos.

A coisa mais bonita nesse mundo é a fé. Um dos dias que mais me emocionei, foi ao ver uma senhora, em plena Sexta Feira da Paixão. Ela estava descalça e carregava uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. Já era tarde. Ela tinha ido pagar uma promessa. Meus olhos encheram d'água. Eu quería ter uma fé tão forte como a dela.

Mas uma coisa é ter fé. A outra é ser hipócrita. Toda religião é válida. As insituições que abrigam elas, essas sim são falhas e erradas. Deus não mora em lugar nenhum. Está em todo lugar. A Verdade é uma só. Apenas os caminhos para alcançá-la são diferentes. Nenhum está completamente certo, como nenhum está completamente errado.

Estou voltando a ser mais religioso. Estou gostando disso.

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Prêmio Nóbel pro cara que inventou a mocilha. Ela está sendo minha salvação! XD

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O bom de se amar, é não ter ciúme. Sério! Na boa, tenho o coração de pedra. No mínimo. Mas isso não quer dizer que eu não goste. Apenas sou um pouco mais frio que o normal. Ou do que eu devería ser.

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Tirinha:



Racho com as tirinhas do Dahmer!


Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 19:16 em 16 de setembro de 2008
Lá estava Bruno, apto a criar mais uma postagem feliz. Mas do nada, a internet pára. E nada dela voltar.

Perdi uma postagem. =p

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Os Afro Sambas de Vinicius são perfeitos! Clica aqui, que você baixa! Vale muito à pena. Para mim, a mais bonita é o Canto de Xangô.

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A TV ganha dinheiro com a desgraça dos outros. Muito massa isso. Me lembro quando eu achava MTV legal. Eles paravam a programação e deixavam uma mensagem: Desligue a TV e vá ler um livro. Não dava certo, o pessoal mudava de canal.

Mas é assim mesmo. Se uns estão ficando ricos, é porque outros estão pobres. Pena que o mundo é assim. Não, socialismo não da certo. O melhor é administrar nosso sistema capitalista. É termos consciência que nós sozinhos não podemos mudar o mundo. E sim unidos.

A TV fica lá, derrubando casebres e construindo casas. Levando gente de volta pro Nordeste. Mudando o penteado de donas de casa. Nós aplaudimos, é claro. Assintencialismo é phoda!

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É errado ser crítico? Acho que pelo menos aqui, dá para falar de boa de alguma coisa. Bom que eu não tenho assunto fixo. Cada postagem sai de um jeito. Um dia, tomo coragem e crio um blog de um assunto só. Mas isso é coisa de bem lá na frente.

Por enquanto vou dando ordem ao meu pensamento aqui mesmo no MdB (siglas, é chique usá-las).

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Fofoca é feio e não conto que tem uma menina do Colégio, que mandou bilhetinho para outra, falando que ia dar para um rapaz. Nem conto que essa menina tem doze anos e sim está na sexta série. Também não conto que tem um vídeo pornô de uma certa professora, rolando aí na net.

As vezes precisamos criar polêmica meus caros.

Não, não comento sobre esses assuntos. Sim, são fatos.

Se der ibope, coloco o link do vídeo. Se der muito ibope, posto o profile da menina.

Não, não tenho escrúpulos. Não, isso não é ilegal. Sim, estou me phodendo.

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Ontem um rapaz foi lá no Colégio falar sobre engenharia. Foi a palestra mais esclarecedora e motivadora que já ví. Ela me fez decidir de forma mais firme ainda, que não quero ser engenheiro. E que engenheiros não tem senso de humor e são vislumbrados com sua profissão. Cuidado, o ego de um engenheiro pode te matar.

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Coisas Grátis na internet são interessantes. Já estou acabando meu curso de Pastor por correspondência.

Não, não estou brincando.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:17 em 15 de setembro de 2008
Quem compôs a música do Parabéns?

Foram as irmãs Mildred e Patricia Smith Hill. Duas estadudinenses (americanas é o raio tá). A letra, que veio depois, é de autoria de Robert Coleman. A versão brasileira é de Bertha Celeste Homem de Mello.

Mas informações, clique aqui (ou phoda-se).

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O Badaruga apareceu na TV! Durante o jogo Cruzeiro X Palmeiras, ele foi filmado na torcida do Palmeiras. Passou na Band! Phoda que ele foi com os cara da Máfia Azul, se eles virem, ele tá phodido!

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Vão lançar um novo filme do Exterminador. Vai ter também um filme do Lanterna Verde. E saiu o game do Batman. Os gráficos ficaram lindos. Quem me dera um PlayStation 3. Ou até mesmo o 2, já estaria satisfeito.

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Você já se deixou levar pelas coisas do coração? Aprendi com isso que devemos ser mais frios e sóbrios. Quando ficamos ébrios de amor, tendemos a ser falhos por demasia. O que atrapalha nosso desenvolvimento. Amar é bom. Mas ser correspondido é melhor ainda. Amar em doses, lentas e saborosas.

Aprendi também que devemos ser sinceros. Não se atrai a pessoa amada não sendo aquilo que você não é. Não adianta criar mundos e causos. Não é assim que se é notado. As vezes apenas o sincero sorriso no rosto e o abraço apertado bastam. O resto, se completa por sí só.

Estou dando corda para meu coração. Vamos ver no que vai dar. Espero que valha à pena.

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Vou dormir cedo hoje. Está chovendo. Sim, preciso estudar.

E hoje é aniversário da minha futura marida favorita!

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:47 em 8 de setembro de 2008
Com quase um ano, estamos caminhando para duas mil visitas. Para um blog largado na internet, é muita coisa. Obrigado a todos que visitam e comentam.

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A mãe que colocou o filho no microondas em 2005, foi condenada à prisão perpétua. E sem direito a liberdade condicional ou recurso.

Há três anos, uma mulher colocou seu bebê no microondas. Ele assou e morreu. O microondas simplesmente acabou com a água do corpo dele. Como faz com qualquer coisa que se coloque lá dentro.

Se fosse no Brasil, ela ia ser condenada a no máximo 30 anos e depois de uns sete, estaria solta. Se formos parar para pensar, de forma mais fria claro, tem razão. Ela matou a própria filha. Azar o dela. Quem vai sofrer as conseqüências do remorso é ela. Ela só chocou a sociedade. Se fosse por isso, teríamos que prender o Lula também. Afinal, o mundo fica chocado ao ver que o Presidente da República, só tem o Ensino Fundamental incompleto.

Que fique claro, que ela deve ser condenada sim. Afinal, ela retirou uma vida inocente, sem possibilidade de defesa. Apenas estou fazendo crítica. Irônica, mas crítica.

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Saiu o ranking das melhores Instituições de Ensino Superior do Brasil. Quem quiser conferir, basta clicar aqui.

Os caras se surpreenderam, pois as melhores notas foram das particulares. Mas isso é óbvio. Afina, dinheiro faz sim a diferença. E quanto mais e mais bem aplicado, melhor os resultados.

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Hoje brinquei de psicólogo.

Sempre fui mais de ouvir do que falar. Falar apenas o necessário e quando necessário e se possível. Uma lição que tomo como princípio. Isso me tornou um observador. E um crítico. Enfim, quase um psicólogo.

Sinto que as pessoas precisam desabafar. Não me importo de escutar os problemas alheios. Só não garanto o conselho. Me limito à minha opinião.

Sempre que quiserem ser ouvidos, podem me procurar.

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Agora o Danilo é mais um responsável pelos nossos erros.

Daqui um tempo não será mais possível fazer montinho nele. Risco de ser preso por desacato. Quando eu for um Senador eu posso dar um montinho nele! \o/

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:29 em 5 de setembro de 2008
Hoje estou feliz! Se você for no Google e digitar: mulheres sedentas por sexo, O Mundo de Bruno vai ser o sexto resultado! Obrigado Aline!

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A última postagem deu muito ibope! A Fernanda recebeu muitos recados legais! E ela demonstrou de forma física todo seu afeto por mim! Tapas, chutes, pontapés, voadoras (inclusive de três pés), canga-leitão, golpes de Krav Magá de nono grau e outras coisas do tipo. Sim, estou vivo e muito satisfeito! Como eu disse, ganhei minha semana! XD

Não sei por que, mas é legal implicar a Fernanda! É divertido! Tente fazer isso também! Garanto que serão horas e horas de riso insano!

E por mais que ela insista, eu não sou Tio dela de verdade.

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Estou recebendo aqui em casa a revista Veja. Uma promoção que você recebe seis exemplares de forma gratuita.

Não sou esquerdista, pelo contrário, sou inclusive filiado a um partido pautado no Liberalismo. Mas ao ler a Veja, fica claro que além de informar, ela tende a formar. Não digo o formar opinião, de uma leitura neutra e sem tendência. Mas o de mostrar uma opinião formada, de forma sutil. Criando assim linhas de raciocínio, que fazem o leitor chegar a uma conclusão parecida ou até mesmo igual a da revista.

A revista mostra a notícia, mas de forma panfletária, ou tendenciosa. O que não me agrada. Não digo que não a leio. Uso a revista para estudar redação e português. Afinal, a forma como os textos são escritos, são incríveis. Vale ressaltar ainda, que o trabalho de cobertura jornalística é incrível. Mas no todo, a revista peca por ser uma revista de opinião explícita. Ela não se restringe apenas à informação. Ela também a analisa, mastiga e quase digere para o leitor.

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Continuando com mais ou menos esse papo (adoro!).

Há alguém de esquerda aqui? Li uma historinha (que deve ser conhecida por milhões e milhões de pessoas), que gostei muito:

Uma universitária cursava o sexto semestre da Faculdade. Como era comum no meio universitário, pensava que era de esquerda e estava a favor da distribuição de riqueza.

Tinha vergonha de que seu pai fosse de direita e, portanto, contrário aos programas socialistas e seus projetos de lei que davam benefícios aos que não mereciam e impostos mais altos para os que tinham maiores ingressos de dinheiro. A maioria de seus professores tinham afirmado que a filosofia dele era equivocada.

Por tudo isso, um dia, decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar que ele estava errado ao defender um sistema tão injusto como o da direita.

No meio da conversa seu pai perguntou:

- Como vão as aulas?

Vão bem, respondeu ela. A média das minhas notas é 9, mas me custa muito trabalho consegui-las. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.

O pai prosseguiu:

- E a tua amiga, Sônia, como vai?

Ela respondeu com muita segurança:

- Muito mal. A sua média é 3. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Com certeza repetirá de semestre.

O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou:

- Que tal se você sugerisse aos seus professores ou ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as das Sônia. Com isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você, mas convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.

Ela, indignada responde:

- Por que?! Eu trabalhei muito para conseguir as notas que tive, enquanto a Sônia buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que eu tive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.

Seu pai, então, a abraçou carinhosamente e disse:

- SEJA BEM-VINDA À DIREITA!


Gente! As Ciências Humanas são fascinantes! \o/

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 18:28 em 17 de agosto de 2008

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:41 em 4 de agosto de 2008
Adoro quando o aMSN da pau e não entra. É como se as manhãs ficassem mais bonitas. É tão bom usar o Pidgin.

=|

Não consegui a isenção de taxa da UFMG. Bom, pelo menos eu tentei. Vou ter que gastar cento e vinte e cinco pila.

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Palas da Aline:

Saimon: - Eu não sei chegar em uma menina. Aí eu perguntei a uma menina como se chega em uma. Aí ela me perguntou como eu chegava. Eu disse que falava: "Quer ficar comigo e transar no primeiro encontro?" Só que ela falou que não podia ser assim, porque nenhuma menina transa no primeiro encontro...

Aline: - Não! Nem todas!

Todos: O.o'

Aline: - Não! Eu não quis dizer isso...

Todos: O.o'

Aline: - Vocês não entenderam...

Todos: O.o'

Aline: - Ai meu Deus...

Todos: O.o'

- - -

Sim, a Aline me usa.

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Frases que motivam a gente:

“When you’re good, you’re good. When you’re DeMolay, you’re better”

Quando você é bom, você é bom. Quando você é DeMolay, você é o melhor.

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Vício do momento: Músicas dos Filmes da Disney!

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:57 em 4 de dezembro de 2007
Quase meia noite e eu aqui, em ócio quase mortal. Poderia estar gastando meu tempo em outra coisa. Mas não. O comodismo me fere a ação. Estou preferindo, pelo menos por hoje, conserva-lo.

O tempo gosta de se arrastar e tudo colabora para isso.

Mesmo com vontade de escrever, hoje não estou imaginativo. O aguardar de um amanhã, esperanças que permeiam em minha mente e um coração sofrido; não estão permitindo meu eu-lírico de trabalhar.

Por enquanto estou a escutar Chico Buarque, Milton Nascimento e Geraldo Vandré. Tentando pensar em algo; me inspirar. Não tenho tido conversas inspirativas com ma sucrée songer. O que não ajuda muito.

Preciso realmente de férias. ^^

Felicidades!

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:05 em

Revoluindo
(Revolucionando + Evoluindo)



Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga?
Tragar a dor engolir a labuta?
Mesma calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira tanta força bruta

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo disel
Me embriagar até que alguém me esqueça



Há muito tempo, pessoas morreram por opressão. Morreram por divulgar suas idéias. Morreram para dar a liberdade que hoje em dia desfrutamos. Morreram por essa pátria, chamada Brasil. Anônimos ou não, quem sabe poderão um dia, figurar no Panteão da Pátria, ao lado de Tiradentes e Caxias.

Sejam feitos eles de barro, ou de aço; foram heróis. Mortais, mas heróis. Mesmo tendo trocado a espada pela pedra. O grito pela ordem, foram heróis.

Hoje, me deu vontade de "Revolução". De mudar tudo, de me politizar. De buscar o algo mais, de querer a ordem. Uma busca incessante pela verdade.

Primeiro, fiz uma prova de Filosofia, em que "caí na real". O sentido da vida é um. A busca da verdade. E a verdade está diante nós. Basta querer encontrá-la. Depois um sonho maluco, de um sono à tarde. Todos tinham se mudado e eu, bobo, fiquei. E me descobri sozinho na imensidão. Uma reunião de Rotary, em que descobri que com música, as portas se abrem. Por mais bem trancadas que estejam. E por finalizar, me lembrei de como eu era feliz, lendo Sítio-Pau Amarelo. Alguém aí já leu? Ler, isso, ler. Não ver essa coisa maldita que passa na TV (dia 7 acaba, alelura!). Sagrado seja Monteiro Lobato.

Estranho como as vezes bate na gente esses sentimentos. Parece que é algo nos dizendo: "Vá! É esse seu caminho...". Alguns doutores falam que é coisa da idade. Mas eu não creio. Acho que isso acontece com muita gente, independente da idade. Só não digo, todo mundo, pois sei que nem todos são assim. Preferem o algo mais do fim de semana e só.

Pareço um revoltado... Hehehehe! Não. Um crítico. Daqueles bem azedos. (=p)

Alguém aí quer um pirulito? ^^

Apesar do acidente com a vam (será como está o motoqueiro), o fim de semana esteve bom. O Capítulo ganha mais um ponto e se mostra presente mais uma vez. E eu, uma luxação no ombro. (O.o') Ganhei o tênis que eu queria. E estava precisando. O meu a sola acabou. Eu pisava e sentia as ranhuras do chão. Fora as poças de água, que quando pisadas, iam para dentro da minha meia. Agora só falta a boina. (XD) Se eu conseguir uma, vou ficar sinceramente, muito, muito feliz!

Acho que vou ficar de Final em Química. Deve ser essa minha sina... Droga! Como eu já disse para alguns, se eu passar direto; fico em jejum. 24 horas sem comer e refletindo na minha conduta desse ano (que convenhamos, não foi lá essa coisa).

E por falar em ano, este já está acabando. Mais 27 dias e arrevoir 2007. Preciso de algum lugar para passar o Ano Novo! Alguém tem alguma sugestão?

Melhor eu me deitar. Amanhã eu tenho prova de Matemática e, eu não quero ficar até dia 20 de dezembro, dependendo dela.

=]

Felicidades meus Amigos!

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:54 em 29 de agosto de 2007
Agradeço a todos que acompanharam esse blog durante este um ano e meio.

Decidi deixá-lo intacto, como uma lembrança de dias melhores. Não vou excluí-lo, há boas recordações aqui. Mas não vou mais postar nele.

Foram 91 postagens (com essa) que gostei muito. Mas agora é hora de parar. Minha fonte secou, a inspiração infelizmente acabou. Se um dia ela voltar, vou preservá-la para usar em momento mais oportuno.

Devo começar um novo blog, mas com mais sobriedade.

Aos meus leitores, obrigado e felicidade.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:03 em 20 de agosto de 2007
Hoje me senti com a fútil vontade de escrever aqui. O melhor, a verdade pior, é que não tenho o que escrever. À medida que essas palavras tomam forma, rezo para que a doce inspiração surja. Mas já chego à quarta frase e nada dela vir. Acho que isto é apenas mais uma das facetas do cotidiano; vontade de mudar.

Não tenho ficado satisfeito com meus textos, é essa a verdade. Publico alguns pelo simples motivo de que se eu não publicar, o Blog é desativado. Falta-me opiniões. Afinal, não sei se estou agradando, ou apenas enchendo o espaço em seu monitor.

Antes havia uma motivação muito grande para escrever. Hoje, em momentos de divagação de niilismo, quase me arrependo de ter dado início a essa empreitada maluca. Mas eu sei, que mesmo com essas pitadas de realismo pessimistas e culpista, nada foi em vão.

Afinal, fiz tudo de coração. Não faltei com a verdade em momento algum. Procurei falar aquilo que me vinha, em diferentes doses, meios e afins. Descobri o quão poderosa é minha musa. Esta inclusive, cuja identidade está preservada em meus sentimentos, recebeu um carinhoso apelido. Ma sucrée songer. Meu doce sonho. Já inclusive, me apaixonei perdidamente por ela. Hoje ví que tudo não passava de euforia. A euforía de descobrir que há algo por detrás de um sorriso. Ma sucrée songer c'est ma amie. Ma trés cherie amie. E só revelo quem é ela, quando ela quiser.

(Parem de chutar nomes, por favor! Não, vocês não a conhecem!)

Já falei de tanta coisa, coisas que hoje não consigo falar com o mesmo ardor de outrora. Me falta chão e também saúde. Mas o mais importante para mim é o primeiro. Afinal, quais caminhos trilharei? As vezes é bom se mergulhar em nostalgia, reabre algumas feridas. Um masoquismo de contemplação. Aprendizado duro e necessário.

Mas ainda estou aqui, a buscar inspirição e nada dela se apresentar. É tarde para os pássaros e já está escuro para visualizar o horizonte. Estou só e não tenho feito nada mais do que estudar. Difícil, não? Quem sabe posso falar de música? Na verdade melhor não. Minha música não está em um momento muito bom.

Estou parecendo pessimista hoje (só hoje?). Mas é que, sei lá, tanta coisa. Mas se for parar e contar, dá pouca. Tô até começando a escrever sem sentido olha.

Meu projetos Contos foi praticamente sabotado. Ficou cerca de quinze minutos no ar, até ser retirado e taxado de plágio. Não sou obrigado a conhecer o submundo dos blogs portuguêses. Um dia quem sabe eu recomece-o. Esperarei a raiva passar.

Mas acho que já escrevi o que tinha que ser escrito hoje. Pela milésima vez me veio a idéia de acabar com isso tudo. Mas minha mente me alertou que daqui alguns mêses, eu não exitaría em começar tudo de novo. Deixemos como está.

Gostaría apenas de mais opinião. Apenas. E também de umas idéias. De boa, umas idéias iam ser da hora. De boa mesmo! Nó! Que isso!

(pausa para reflexão do momento "adolescente entusiasmado" de Bruno. Não se assustem e nem dêem comida aos macacos.)

(não descarte a idéia de dar idéias)

(comerciais)

(isso aqui já tá ficando chato)

Pois bem, melhor eu terminar isso.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:02 em 12 de agosto de 2007
A seguir uma série de frases históricas. Acredite se quiser são todas reais. É uma verdadeira seleção de "navegando domingo à tarde pela internet". Aproveitem.




* O cavalo está aqui para ficar, porém o automóvel é apenas uma novidade - uma moda passageira

Presidente do Michigan Savings Bank, aconselhando o advogado de Henry Ford a não investir na Ford Motor Company

* Máquinas voadoras mais pesadas do que o ar são impossíveis.

Lord Kelvin, 1885

* A televisão não será capaz de manter nenhum mercado que conseguir após os primeiros seis meses. As pessoas logo se cansarão de olhar para uma caixa de madeira compensada toda noite.

Daryl F. Zanuck, presidente do estúdio de cinema 20th Century Fox, comentando, em 1946, sobre a televisão.

* Tudo o que pode ser inventado já foi inventado.

Charles H. Duell, comissário do U.S. Office of Patents, num relatório em 1899 para o Presidente McKinley - argumentando que o escritório de patentes deveria ser abolido.

* Quem é que quer ouvir os atores falarem?

Harry M. Warner, presidente da Warner Bros. Pictures, em 1927.

* Este tal de telefone tem muitas deficiências para ser levado a sério como um meio de comunicação. Este dispositivo não tem nenhum valor para nós.

Western Union internal memo, 1876

* O conceito é interessante e bem formulado, mas para conseguir uma nota melhor do que C, a idéia precisa ser viável.

Avaliação de um professor da Universidade de Yale em resposta a um trabalho de Fred Smith propondo um serviço de entregas rápido. Fred Smith é o fundador da Federal Express.

* O Professor Goddard não sabe a relação entre ação e reação e a necessidade de se ter algo melhor do que o vácuo contra o qual reagir. Parece que ele não tem o conhecimento básico ensinado diariamente nas escolas de nível médio.

Editorial, de 1921, do jornal New York Times sobre o trabalho revolucionário de Roberto Godddard sobre propulsão com foguetes

* Se eu tivesse pensado sobre isto, eu não teria feito o experimento. A literatura está cheio de exemplos que dizem que você não pode fazer isto.

Spencer Silver sobre o trabalho que o conduziu à descoberta dos adesivos "Post-It"

* O abdomen, o peito e o cérebro estarão para sempre fechados à intrusão do cirurgião humano.

Sir John Eric Ericksen, Cirurgião Britânico da Rainha Vitória

* A teoria dos germes de Louis Pasteur é uma ridícula ficção.

Pierre Pachet, Professor de Fisiologia

* Nós não gostamos do som deles, e música de guitarra está fora de moda.

Decca Recording Co. ao rejeitar os Beatles em 1962

* Aviões são brinquedos interessantes, mas não possuem nenhum valor militar.

Marechal Ferdinand Foch, Professor de Estratégia, Escola Superior de Guerra

* 640K são mais do que suficientes para as necessidades de qualquer pessoa.

Bill Gates, 1981

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 17:00 em
"Depois de alguns suspiros da Natureza, a Estrela congelou e os animais inteligentes morreram."
Nietzche

Tenho pensado muito em meus atos. Nos meus trejeitos. Me sinto fora da realidade as vezes. Não me vejo como sou. Seria isso uns dos milhares de Mal Personagem Grego da Psicologia?

Estava fazendo um brincadeira aqui. Chama-se "e se?".

Por exemplo, e se eu não tivesse ido numa sexta à noite na banda e resolvesse aprender tocar sax?

E se eu não tivesse ido ao Polivalente naquela quarta de manhã para palestrar sobre o Interact?

Como seria minha vida hoje?

O que eu seria agora, o que eu estaria fazendo agora?

Estranho pensar dessa forma. Parece colocar sob culpa e razão cada ato nosso. De fato a vida já se encarrega disso. É penoso demais pensar de forma puramente niilista.

Acredito que cada vida é um cordão colorido. Nossos cordões se cruzam com outros cordões a cada momento. Porém existem cordões que ao cruzarem dão nós. Esses nós são podem ser frouxos ou apertados. Alguns, especiais, são até cegos.

Vamos brincar comigo. E se...

E se tudo aquilo que eu descrevi acima não tivesse acontecido? O que vocês acham que estaríam fazendo agora? Como seria a vida de vocês?

Me respondam, aí podemos passar para a segunda parte da brincadeira. É claro que tem uma segunda parte. Se não tivesse não teria graça.

Vamos lá, quero todo mundo brincando.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 17:00 em
As vezes, nos surpreendemos com nós mesmos. Nunca havia me imaginado alí

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 17:00 em
"Depois de alguns suspiros da Natureza, a Estrela congelou e os animais inteligentes morreram."
Nietzche

Tenho pensado muito em meus atos. Nos meus trejeitos. Me sinto fora da realidade as vezes. Não me vejo como sou. Seria isso uns dos milhares de Mal Personagem Grego da Psicologia?

Estava fazendo um brincadeira aqui. Chama-se "e se?".

Por exemplo, e se eu não tivesse ido numa sexta à noite na banda e resolvesse aprender tocar sax?

E se eu não tivesse ido ao Polivalente naquela quarta de manhã para palestrar sobre o Interact?

Como seria minha vida hoje?

O que eu seria agora, o que eu estaria fazendo agora?

Estranho pensar dessa forma. Parece colocar sob culpa e razão cada ato nosso. De fato a vida já se encarrega disso. É penoso demais pensar de forma puramente niilista.

Acredito que cada vida é um cordão colorido. Nossos cordões se cruzam com outros cordões a cada momento. Porém existem cordões que ao cruzarem dão nós. Esses nós são podem ser frouxos ou apertados. Alguns, especiais, são até cegos.

Vamos brincar comigo. E se...

E se tudo aquilo que eu descrevi acima não tivesse acontecido? O que vocês acham que estaríam fazendo agora? Como seria a vida de vocês?

Me respondam, aí podemos passar para a segunda parte da brincadeira. É claro que tem uma segunda parte. Se não tivesse não teria graça.

Vamos lá, quero todo mundo brincando.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:04 em 29 de julho de 2007
Bom, os dias se arrastam e há muito não me aventuro por aqui.

Aventurar-se. Esta é a nova ordem. Desbravar o infinito que se mostra a seus olhos. Para mim, inicia-se uma nova aventura. Inimaginável, inenarrável. Audível, sensível e única.

Como tenho aprendido! Como as lições da vida se desdobram! Saibam, meus Amigos, jamais hesite. Sempre diga às pessoas certas as coisas certas. Não tenha medo. Parece até facil apenas falar. Mas eu juro, é mais fácil fazer, realizar, acontecer, ser. Faça por onde. A confiança é como um cristal, sei disso. Mas arriscar-se é necessário.

Dos sorrisos dados, quantos são verdadeiros? Dos abraços, quais são os apertados pela emoção? Quantos de nossos olhares falam por sí só?

São essas e outras coisas que estão me fazendo mudar. Meus gostos são outros. Minhas vontades também. Antes não me importava tanto, hoje me importo bastante. Agora sou como Fernão Capelo Gaivota. Antes para mim, o importante era comer. Hoje, é voar. É ir além.

Tenho aprendido que sempre existem aqueles que são contra. Sempre. E com os que são contra tenho aprendido a julgar pela razão. A despreender-me das paixões e lidar com o fato.

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Distâncias. Quando terrenas eu sempre as subjuguei. Hoje elas me subjugam. Não permitirei. Mesmo que haja um continente além, mesmo que quilômetros sejam milhares, serão para mim apenas alicerces de escala.

Me sentirei um pouco só. Verdade. Com quem implicarei? Com quem dividirei as ansiedades do futuro? Quem há de bater em minha cabeça, pedindo para eu acordar e ajudar com a tarefa de história?

Realmente, me sentirei só...

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Das férias, restam as lembranças e as fotos. Pois bem, dos acontecimentos mais importantes nestas férias, pelo menos para mim, deixo duas.





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Faltando cerca de um mês e meio para a entrega da primeira parte do Livro, não nego que estou um pouco ansioso.

Mas acho que ainda é cedo demais para falarmos sobre ele, então deixarei como está. Vocês curiosos e eu aqui rabiscando nele.

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Amanhã inicia-se novamente a labuta. Então finalizo por aqui.

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:49 em 11 de julho de 2007
Alguém que brincar comigo?

Pois bem, só espero que aguardem mais um pouco. Dia 13 de Julho, sexta.

Meu mais novo projeto



Aguardem.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:21 em 4 de julho de 2007
Fardos

Olho para mim, e vejo o nada. A frieza de um sorriso, se isso é capaz. A falsidade de um olhar. Minhas costas já não suportam o peso. É hora de parar. É hora de dar um passo para o amanhã.

Todos estão sorrindo. Todos estão cantando e eu apenas observo. Todos se abraçam, eu apenas observo. Todos evoluem, eu apenas observo. Acho que não faço parte dessa realidade, desse emaranhado de coisas que é a vida. Não tenho porquê ou causas. Tenho apenas condições e modos. Quem dera eu, ter um sorriso. Mal sabe-se. Um abraço, alguns segundos de conversa e tudo se colore.

Posso não ser interessante. Posso não ter assunto a toda hora. O silêncio faz meu eu. Palavras não podem ser desperdiçadas. Mas tenho sentimentos. Tenho razões para agir. Mesmo que desconhecidas da maioria.

Bate as horas. As horas que marcam, que castigam e que regem. Tudo é tempo, tudo é contado, tudo é regrado. Por que?

Nem sei mais o que falar. Só sei que as costam doem. O peso é muito, o fardo é grande e o desconçolo é maior ainda. Não tenho mais tempo. Tempo. Palavra que antes era castigo, tornou-se alívio e hoje é tormenta. Eterna, dura, tormenta.

Queria apenas dormir aliviado. Apenas poder sorrir antes de um sonho. Mas não posso. Tenho preucupações, tenho deveres, tenho um caminho sinuoso, íngrime e acidentado. O fardo é grande e não me permite sorrir. A não ser aquele sorriso frio, brilhante como o metal, pois é duro e mecânico.

Sinto, é mesmo, hora de parar. De dar as costas para certas faces e verdades.

Mas não será para sempre.

Tenho apenas que descançar, jogar o fardo na estrada e dormir um pouco. Tenho que fechar meus olhos e esquecer as faces. Esquecer os trejeitos, as normalidades.

Depois, quando acordar, poderei ver o Sol nascer novamente. E continuar meu caminho.

Bruno Fernandes

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:57 em 2 de julho de 2007
Uma folha em branco. É tudo que dispomos. Nela podemos escrever o que quiser. O que quiser mesmo. Desde que não ultrapasse suas margens. Pode escrever dos dois lados. Uma única folha em branco.

Pense um pouco, o que você faría?

Continua...

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:36 em
Frio

Está frio aqui. Olho pela janela e vejo a mesma lua brilhante de tempos magnos. A mesma lua que acalenta os sonhos dos enamorados. Venta. Um vento de solidão. Um vento que antes era de boas novas e fazia me lembrar como foi bom o dia de hoje. Hoje. Hoje não. Hoje nada está "tudo bom".

Será que ainda chove? Será que poderei sentir tudo novamente? A cada dia vejo tudo ficar vez e vez mais distante. Louco é aquele que crê no fim. Afinal, Fernando Sabino, em sabedoría plena, decretava: Tudo acaba bem, se não acabou, é porque não chegou ao final.

Já presenciei céu azul, sol nascendo, sol morrendo, sorriso de tarde, alegria de viver, vontade de crescer. Tudo. Tudo. Tudo. Nada.

Quero apenas um passo. Um único passo. Para onde? Nem sei...

As vezes penso que morro a cada dia. Que devería me distanciar das pessoas e vê-las apenas quando estiverem felizes, em oportunos momentos de surpresa. Assim, não cansariam de meu rosto marcado e feio. Mas uma parte de mim pede para ser presente, jamais faltar. Estar a cada momento. A cada segundo. Um prego na parede.

Faz frio...

Queria apenas um abraço. Daqueles apertados. Alguém? Pareço criança. Mesmo não sendo, mesmo no fundo nem querendo. Pareço criança.

Por hoje chega. Sou vão demais. Sou retardado. Não sei nem o que faço.

Nem sei... Pra que saber? Só uma coisa. Faz frio aqui.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 05:16 em 29 de junho de 2007
Estrelas e Cometas

Há pessoas estrelas...Há pessoas cometas. Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam. As estrelas permanecem. Os cometas desaparecem.

Há muita gente cometa. Passam pela vida da gente apenas por instantes. Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende. Gente sem amigos. Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença. Há muita gente cometa. Assim são muitos e muitos artistas. Brilham apenas por instantes nos palcos da vida. E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem. Assim são muitos reis e rainhas de todos os tipos. Reis de nações, rainhas de clubes ou concurso de beleza. Assim rapazes e moças que se enamoram e se deixam com a maior facilidade. Assim são pessoas que vivem numa mesma família e que passam pelo outro sem serem presença.

Importante é ser estrela. Estar presente. Marcar presença. Estar junto. Ser luz. Ser calor. Ser vida.

Amigo é estrela. Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração. Coração que não quer enamorar-se de cometas que apenas atraem olhares passageiros.

E muitos são cometas por um momento. Passam, a gente bate palma e desaparecem.

Ser cometa é não ser amigo. É ser companheiro por instantes. É explorar sentimentos.
É ser aproveitador das pessoas e das situações. É fazer acreditar e desacreditar ao mesmo tempo. A solidão de muitas pessoas é conseqüência deque não podem contar com ninguém. A solidão é resultado de uma vida cometa. Ninguém fica. Todos passam. E a gente também passa pelos outros.

Há necessidade de criar um mundo de estrelas. Todos os dias poder vê-las e senti-las. Todos os dias poder contar com elas. Todos os dias ver sua luz e calor.

Assim são os amigos. Estrelas na vida da gente. Pode-se contar com eles. Eles são uma presença. São aragem nos momentos de tensão. São luz nos momentos escuros. São pão nos momentos de fraqueza. São segurança nos momentos de desânimo.

Olhando os cometas é bom não sentir-se como eles. Nem desejar prender-se em sua cauda.

Olhando os cometas é bom sentir-se estrela. Marcar presença. Ter vivido e construído uma história pessoal. Ter sido luz para muitos amigos. Ter sido calor para muitos amigos. Ter sido calor para muitos corações.

Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é um desafio, mas acima de tudo, uma recompensa. É nascer e ter vivido e não apenas existido.

Tenho minhas estrelas. Ainda bem. Adoro ver elas brilharem.

Bruno Henrique Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:09 em 26 de junho de 2007
Não pise na grama

Não pise na grama. Afinal, ela deve ficar bem vistosa e verde.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:44 em 23 de junho de 2007
Crônica Interior do Amor

Acho que deveria amar um pouco mais. Me apegar mais às pessoas. Sentir seu doce aroma de vida. Deveria abraçar mais, por afeto e carinho. Deveria dar mais beijos, dos estalados aos demorados. Deveria acordar à cada manhã, sem a certeza de uma rotina. Somente a certeza do encontro da pessoa amada.

Quem me dera, a vida ser um pisca pisca. Como Emília a define, um rosário de piscadas. A cada 'pisco', um novo dia. E assim vai, eternamente.

Se eu pudesse, faria de minha amada um rainha. Cujo desejos seriam cumpridos um a um, na mais absoluta admiração. Compensaria faltas com o amor. O amor que alimenta e enobrece.

O amor, doce amor. Viveria de amor. Apenas isso. De vento, como dizem os antigos. De caridade, dizem os mais religiosos. E eu, mais boêmio do que de costume, friso, de amor. Apenas de amor. Amor a quem? Ao que? Amor à aquela que a mim quiser.

Seria eu um rômantico? Um louco de paixão? Nego tais comparações. Sou apenas um sincero, um verdadeiro arauto. Pregando o que sinto, a troco de atenção e afago. Mesmo que o segundo não venha.

Me transviar pelas veredas da maldade. Conhecer o amor que destroi. O amor carnal, que se consome pelo toque, pelo sangue. Face escondida do mundo, evitada pelos fracos, desconhecida para mim. Pelo menos acho. Afinal, amo pelo ser, não pelo ter ou aparentar.

Amor, amor, amor. As vezes convertido em insônia. As vezes vertido em lágrimas. Em dor e abandono. Ele resiste. Ele é silêncioso. Ele sofre e só morre, quando não mais a quem amar.

Tolice é para os fracos. Amor é para os fortes. Palavras a mim não bastam. Gestos são cópias. A mim, reservo o olhar. Longe, puro e contemplador. Os tolos apenas falam, e de forma comum fazem. Não sou tolo, sou apenas mais um louco de amor.

Afinal, o por quê de tanto isso? O por quê de falar de amor. Falo, sim, falo, pois assim sou. Um homem que ama, apaixonado. Amor.

Bruno Henrique Fernandes

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Este texto é um ensaio, escrito para apreciação de alguns professores. Circulou durante alguns dias, em uma lista de discussão. Foi elogiado por professores universitários de todo o país.

Apresentei ele na escola. As críticas foram positivas. De acordo com o professor de literatura ele está em um estilo "fim do romantismo".

Minha inspiração? Um dia eu revelo. Não sei quando. Um dia.

Espero que tenham gostado.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:33 em 10 de junho de 2007
Um emaranhado de coisas

Se nós somos iluminados pelo Sol, reclamamos do calor. Se o Sol se vai, reclamamos da noite fria. Se a noite é quente, reclamamos também. Interessante como o homem só reclama.

Retiro de meus ombros um peso. Um bom peso. Pelo menos por enquanto. Liderar é uma taréfa árdua. Uma tarefa que não é gratificante. Liderar é penoso, necessário e solitário. Me sinto preparado para tal. Mas há aqueles que não acham. Não discordo deles. Ainda os apoio. Se eles se consideram melhores, passo a frente que eu fico aqui.

Mas sou assim, se for, vai. Mas não volta mais. Dou opotuinidade, não oportunidades. Afinal, liderar deve ser frio. Não deve-se margear, apenas traçar. E claro, agir. Mas o que valhe é a intenção. A minha é das melhores.

Mas isso não é assunto mais pertinente. Pelo menos não para mim. Afinal, decisões são decisões. Dura lex, sed lex. Candidatura renunciada e ponto.

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Hoje escutei algo interessante. Dizem que duas mulheres reunidas só falam de homens. Sería verdade? Não é um assunto muito produtivo, devo dizer. Hahahahaha!

Mas a vida continua. Bora pra frente. Tenho mais coisas a resolver e uma pilha de problemas. Mas vamos lá, devagar e sempre. Colocando tudo em seu rumo.

Já estamos quase no meio do ano. Passou rápido. Me lembro como se fosse há alguns dias (não digo ontem, pois minha memória não é tão abstrata assim), do reveillon. As coisas mudam mesmo e passam num piscar de olhos.

Sou fatídico. Minhas palavras as vezes são professias. Acho que poucos se lembram do que falo. Mas esses poucos conseguem dizer: "Não é que ele falou mesmo?" Me lembro de eu ter falado uma coisa muito interessante. Mas que com certeza, não devem se lembrar.

Não vou falar o que é. Lembrem-se vocês.

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Hoje, dei graças aos Deuses. Ainda bem que não bebo. É verdade a frase, que quando a bebida entra, a verdade sai. Cuidado. As vezes escutamos o que não devemos. E lembrem-se do que eu falei no início. Oportunidade, não oportunidades.

Mas é isso. Saber escolher, saber caprichar e não titubear.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:15 em
Saudades...
Saudade é algo interessante. Vem derrepente e dá vontade de sair correndo. Bate lá no fundo, bem no fundo. Dá vonte de chorar, sentar e pensar ou de ficar parado olhando para o vazio.

Só os brasileiros, portuguêses, moçambiquenhos, timorenses e demais sentem saudades. Afinal é uma palavra que só existe em português.

É difícil separar de quem amamos. Ainda mais quando essa pessoa é parte da sua vida. Tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe. As vezes o céu resplandece em seu rosto. Aumentando cada vez mais essa coisa 'custosa' chamada de saudade.

Triste. Mas nem sempre. Fotos, vídeos, mensagens; dão um aconchego a mais. A cama, lembra o calor do abraço. O perfume, traz de volta a precensa.

Os dias são contados de forma regressiva. Ver novamente aquele rosto, poder abraçar novamente aquele corpo. Estonteante.

Saudade... E se não pudessemos sentir saudade? Seríamos irracionais. Afinal, é a falta que traz o aperto. É o aperto que aprimora o agir. É o agir que modifica o mundo.

A cada adeus, é uma ferida que se abre. Demora para cicatrizar. Quando tudo está normal, outro adeus. E mais uma ferida. As vezes não tem nem mais espaço, mas as feridas estão lá. O que mantém vivo, é a certeza do retorno. Que a jornada distante, é feita pelo bem e para o bem.

Para saudade, não há remédio. A não ser o esperar pelo retorno. Como olhar um cais. Um horizonte de águas infinitas. O sol se apagando dentro da água e as estrelas, formando lembranças.

Saudade é uma das palavras impronunciáveis. Fazem parte das palavras que deve ser sentidas. Afinal, o amargar de um espírito deve ser forçado. Imprimido e grafado.

Mas não se preucupe, saudade só sente quem ama. Ama de verdade. Saudade é um dos lados do amor.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 14:21 em 9 de junho de 2007
Dois monólogos não fazem um diálogo. Interessante isso. Mostra que idéias, devem ser bem explanadas, comentadas e dirimidas. Eis um bom princípio de liderança.

Não sei o que falar. Estou apenas com vontade de escrever. Tédio, sono e marasmo. Três coisas que juntas...

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:42 em 8 de junho de 2007
As coisas

Nem sempre as coisas são como esperamos. Primeiro pelo fato de não poder realizar o exame da EPCAR. Minha frágil saúde e problemas alérgicos me impossibilitam de realizar o serviço militar. Pois é o que diz o ofício logo pela manhã. Fiz a pretensiosa questão de jogá-lo fora. Afinal, se não deu, não deu. Ah, o dinheiro da inscrição que é bom necas. Quero ele de volta.

Desde ontem estava querendo escrever algo. Faz tempo que não posto. Não tinha nada o que falar. Hoje, em rápido momento com ma sucrée songer, a inspiração surgiu. O melhor, é que ela não me inspira somente nos textos. Me inspira em atitudes. Atitudes que devem ser tomadas com sentimentos.

Devería eu me recluir um pouco? Sumir da face de alguns e refletir sobre os rumos que estou tomando? Acho que sim. Tenho a vontade de fazer como um avestruz. Colocar a cabeça para dentro da terra e ficar lá um pouco. Tenho um pequena quantidade de desejos que preciso realizar, e para isso vou precisar sumir um pouco.

Devo aproveitar agora, que meu PC foi para o saco. Que não tenho que me preucupar com as provas, que minhas responsabilidades estão menores. Afinal, tenho que descançar meus ombros. Um tempo de reclusão, para amadurecer idéias e começar a plantar outras.

Devo pedir conselhos, até ajuda. Não nego minhas dificuldades. As vezes, pela vontade sórdida de olhar para trás, eu me arrependo. Que coisa. Meu coração está pleno novamente, direcionado a outras luzes. A teimosia em olhar para trás, faz ele parar e tropeçar. Tenho que parar de ser teimoso.

Estava analisando meus textos. Mudaram muito. Antes eram declarações. Depois tornaram-se narrações do meu dia a dia. Depois ficaram vãos. Alegorias que faziam sentido para mim. E apenas. Tornaram-se depressivos e frios. Hoje são como diálogos. Simples de leitura e com um pouco de conselhos. Sinto falta das declarações. Um dia devo voltar a fazê-las. Quem sabe em breve, ou daqui vinte anos. O que eu mais acho graça, é que as pessoas não sabem ser como pessoas.

Algumas sabem. São superiores, evoluídas. Sabem que um diálogo resolve tudo, que um sorriso pode ser o melhor dos perdões. Outras não. Se remoem e criam para sí uma montanha. Enquanto tudo é uma pedra. Basta encarar a verdade. Crianças brigam em uma tarde e na próxima manhã, brincam como se nada tivesse acontecido. Bem que podia ser assim. Mas não, as vezes uma das crianças esquece que existem pessoas à sua volta. Bom, é aquela história. O mundo é dos grandes. O resto que coma migalhas.

Vou finalizar esse meu texto por aqui. Ma sucrée songer me insipirou em muitas coisas e a inspiração que ela me presenteou hoje, nem ela sabe como. Mal sabe ela, que posso desvendar olhares e ler mentes.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 02:07 em
O melhor desse período de recesso é a resaca de segunda. Domingo à noite todos estarão com uma tristeza no olhar. Segunda volta tudo ao normal. Aquela velha rotina. Apenas três dias de recesso e nos acostumamos com o ócio. Se trabalharmos vinte anos sem cessar, não acostumaríamos.

Faz mais ou menos três mêses que escuto apenas Supertramp. Graças a um Irmão e uma conversa confusa sobre choro elétrico (que por sinal é sem noção, muito interessante). Estou aprendendo com as letra do Supertramp, detalhes da vida que antes passavam despercebidos. Interessante isso. Além de ter encontrado a minha inspiração para o saxofone.

Uma das letras que mais me chamam a atenção é Fool's Overture. A estréia de um tolo. um tolo que salva a todos, mas todos riem dele. Interessante é como ele se revolta e apenas por palavras, ele traz remorso a todos.

Dreamer mostra como todos são sonhadores. No primeiro verso, já é dito, que todos sonham. Sonhar é preciso, é alimento.

The Logical Song é indescritível. É lógico demais para isso.

Somos Tolos Sonhadores e Lógicos.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 13:34 em 4 de junho de 2007
Flores

Não daria flores. Flores murcham com o tempo. São de um prefume que nos deixam ébrios. Somos levados pela sua delicadeza e deleite raro. Hipnotizados pelo verde de suas folhas e as cores de suas pétalas. Um único ser; masculino e feminino.

Flores são símbolos. Podem representar a paixão avassaladora, mas nunca o amor verdadeiro. O amor verdadeiro não precisa de flores. Para ágape, flores são fúteis. Belas, porém fúteis.

Elas não são o presente ideal. Presentear com flores, é mascarar atitudes. É querer se esconder por detrás de sua beleza com medo de mostrar-se. Presenteie com seu perfume.

Uma vez, eu disse para a Luana, que as rosas são para todos, porém o perfume para alguns. O perfume de uma flor, é a essência de Deus. É o cheiro da pureza. Sendo então, que somente os puros, são capazes de sentir. Aqueles de coração firme e olhar intrigante.

Para mim, ultimemnte, as flores estão chamando atenção. Comecei a cultivá-las, pela mera curiosidade de vê-las crescer. Dizem que um homem deve fazer três coisas em sua vida: escrever um livro, plantar uma árvore e fazer um filho. O Livro já está nos últimos passos. O jardim é o princípio para mim plantar uma árvore. O filho, por enquanto esperemos (apenas treinar).

Um jardim florido plea manhã, complementa um bom dia. Um jardim bem cuidado, atrai borboletas. Borboletas são outros detalhes intrigantes. Mas hoje, não falarei delas.

Agora, vamos fugir um pouco do contexto. As vezes eu me insinuo. Tento falar algo, não diretamente. Tenho medo de parecer frio ou ríspido. Então, me insinuo. Meus textos as vezes são direcionados. São dedicados e embasados em momentos. Tento aconselhar atravéz deles. As vezes tenho êxito, as vezes não. Quero apenas ajudar, mesmo que pouco. Agora, voltemos a falar de flores.

A derradeira missão de um homem é encontrar uma flor, sua flor. Uma flor para ele cuidar, sentir seu perfume, admirar sua beleza e acariciar seu orvalho.

A Rosa Azul das lendas japonesas, ou a flor de fogo dos indígenas. Sería eu um eterno buscador? Sem encontrá-la? Talvez eu encontre o aconchego do túmulo, antes de encontrar o das petálas de uma flor. Acho que não, sou esperançoso.

Enquanto isso, aqui estou, a plantar flores, cultivar um jardim. Aguradando borboletas e o nascer de um novo Sol. De forma, que a cada manhã, eu possa sentir um doce perfume, para embriagar-me de loucura e contemplação. Assim, poderei com as flores, me perder em sonhos...

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:25 em 2 de junho de 2007
Oh Brother you're dead...

Morremos um pouco a cada dia. Somos mortos pela incociência alheia, pela verdade dura do mundo.

Tenho dúvidas, a cada dia que se passa, mais dúvidas. Mais e mais. Não serei dramático ou pessimista. Uma fruta podre na cesta, estraga as demais. Apenas, contemplemos o céu.

Even when you've been singer in the band
Put another bunch of lies in your head
Oh brother you're dead
'cause there's no one
There to keep the pigeons warm
And there's no one there to shelter you
From out the coming storm

And even when you've been singer in the band
Put another bunch of jive in your head
Oh brother you're dead
'cause there's no one there
To keep the pigeons warm
And there's no one there to shelter you
From out the coming storm

So brother can you hear me?
This is not the way i want to live
I'm reaching a point of nothing else to give
To give, to give, to give

And even when you've been leader of the world
Put another bunch of lies in your head
Oh brother you're dead
Cos there's no one there
To keep the pigeons warm
And there's no one there to shelter you
From out the coming storm

So brother can you hear me?
This is not the way i want to be
I'm reaching a point of nothing else to see
To see, to see, to see

And even when you've been leader of the band
Put another bunch of jive in your head
Oh brother you're dead
Cos there's no one there to keep the pigeons warm
And there's no one there to shelter you
From out the coming storm

So brother can you hear me?
This is not the way i want to live
I'm reaching a point of nothing else to give.

Peço uma força para traduzirem a letra. Valhe à pena.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:13 em 27 de maio de 2007
Domingo à noite

As vezes encontro tempo e posto algo aqui. Mesmo que seja apenas mais um texto que vai ser lido e brevemente esquecido.

O pensar, o agir e o falar. Nem sempre as coisas lhe acompanham nesta ordem. Nem sempre a inspiração ou a razão seguem essas prenuncias. As vezes somos omissos, somos silenciosos. Não porque queremos, as palavras as vezes brincam. Elas brincam de esconde esconde. Seu tempo é muito curto para achá-las.

Empecilhos em nossas vidas são muitos. Muitos e grandes. Não deixe que uma pessoa estrague sua vida. Raiva, inconformismo e demais emoções que acompanham são normais. Se são rotineiras, então desabafe. Saiba, sempre vai haver alguém para lhe escutar. Segundo uma tradição, pelo menos cinco pessoas no mundo estão pensando em você neste exato momento. Para saber as cinco, pense em cinco pessoas que você conhece, de imediato. São elas.

As vezes meus textos são chatos. São impróprios para o momento. Eu sou assim, inoportuno. Sou chato, inconformado com o sistema e intelectual. O que me faz para muitas pessoas, louco. Não me importo com máscaras. Posso arrancar todas. Nem sempre queremos houvir. Mas temos que escutar.

Motivos? Apenas a vontade. Se tenho vontade eu faço; se não, fica por isso mesmo. Sorte minha, e dos outros, que vontade eu tenho e muita. Vontade de ajudar, de ser a mão amiga. Vontade de servir os necessitados. Vontade de ser... Pena que não posso tudo. Pelo menos, querer é meio caminho andado.

Já se olhou no espelho hoje? Não digo olhar para se arrumar, espremer espinhas ou se barbear. Digo olhar diretamente em seus olhos. É um exercício interessante. Boa parte das pessoas que eu conheço não conseguem fazê-lo. Encarar a si próprio é difícil. É encarar erros e falhas.

As vezes estou como hoje. Com muita vontade de escrever. Com muita inspiração e motivos. Tenho à minha frente um carrilhão de possibilidades. Mas o tempo é pouco e, a paciência de quem me lê, também acaba.

Por hoje vou terminar por aqui, mas não sem antes de mencionar um citação.

"Toda adversidade, toda circunstância desagradável, todo fracasso e toda dor física carregam consigo a semente de um benefício equivalente"
- Napoleon Hill

E acabo de lembrar mais uma: "O que não me mata imediatamente me fortalece"
- Friedrich Nietzsche

A todos, felicidades

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:52 em 22 de maio de 2007
Não me contive...

Lula consulta uma vidente.
A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:
- Vejo o senhor passando em uma avenida, em carro aberto e uma multidão acenando.
- Lula sorri e pergunta:
- Essa multidão esta feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E eles estão correndo atráz do carro?
- Sim, por toda a volta do carro.
Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança "Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!"
- E eu, como estou reagindo?
- Não dá pra ver.
- E por que não?
- Porque o caixão esta lacrado...

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:46 em 20 de maio de 2007
Não se assustem. Sim, esse é o meu blog. Vocês estão no lugar certo.

Esse é o meu mais novo layout. Em momentos de revolução, tanto política, quanto sentimental, intelectual e até moral; é necessário rever as entrelinhas.

Espero, que como eu, vocês possam sentir isso.

Preciso saber se vocês gostaram do novo layout. Para isso, comentem. Grato.

No mais, apenas felicidade...

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 02:23 em
Acabei de acordar. Minha cabeça doi, mas daqui a pouco passa. São duas e vinte quatro da manhã de um domingo, que promete ser cheio e inquietante.

Prometi aparecer aqui pela sexta, mas não deu. Estava intretido com coisas menos puritanas. Estava muito feliz na sexta. Minha semana cheia, atarefada e estressante, chegara ao fim. Que bom.

Não tenho muito o que falar. Não tem acontecido nada de mais ultimamente. A vida continua na mais perfeita normalidade. Tenho estudado coisas legais. Acabei de ler a "Revolução dos Bichos". Agora ví que o socialismo não dá certo mesmo e, que porcos são como humanos.

Oh, sim, estou com fome. Vou comer algo e, me deitar de novo. Estou com um pouco de sono e não estou afim de passar a noite em claro.

Quem sabe amanhã, quando eu voltar do Rotary, eu escreva algo legal. Por enquanto, ficaremos neste texto. Ah, visitem aí http://www.net-rosas.com.br/~epcar/. La vou eu, em mais uma de minhas empreitadas.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:29 em 13 de maio de 2007
Criei, há muito, o hábito de tomar banho com as luzes apagadas. Gosto de escuro (nem sempre, que isso fique claro), as vezes podemos ser mais reflexivos e receptivos nele.

Pois bem. Enquanto tomo banho, penso em todo meu dia. Lavo naquele instante meus problemas e rego minhas felicidades. Gosto de recitar mantras e orações. Hoje, comecei a recitar um cântico. Um cântico de runas.

Tudo começou a vibrar (no sentido espiritual) e transcender. As luzes eram intensas. Brilhavam muito sob meus pés. Derrepente, não sinto mais a água, não sinto mais o chão. À frente um caminho. Estava fazendo uma Viagem Astral.

Faz um tempinho que não realizo isso. Hoje eu fiz pela primeira vez de pé e conciente. Resolvi voltar. Fiquei à tempo somente de vislumbrar páginas de um futuro próximo. Enquanto voltava, escutava algumas frases. Frases que me deixam mais firmes em meus objetivos. Uma delas, vocês já devem conhecer: "Faça o que tu queres, há ser tudo da Lei." Essa frase, realmente, me impulsiona.

Ao voltar, as luzes do banheiro estavam acessas. Engano meu. Estavam apagadas. O que brilhava era minha aura. Expansão aprimorada. Aos poucos foi voltando tudo ao normal. Desliguei o chuveiro e ansia de chorar foi tanta que sentei ali mesmo no chão.

Com as lágrimas e corpo seco, resolvi escrever. Devemos escrever tudo aquilo que vivenciamos.

Se você não crê nisso. Não crê que exista algo além, o que posso lhe dizer é que estás enganado. O mundo é um tabuleiro. Vivemos apenas em um lado dele. Resta descobrir o que tem do outro lado.

..................

Antes que me esqueça, cuidado ao se barbear. Não em relação em se cortar. Mas cuidado ao se olhar no espelho. Você envelhece mais rápido do que pensa. É melhor fazer e experimentar de tudo. Se não, vai estar caducando e mancando quando notar.
Ah, e fazer a barba é horrível. Mas mesmo assim eu faço. Pelos no rosto incomodam. Pelo menos eu acho.

..................

Amanhã deve fazer um belo dia. Sol, céu resplandecente, brisa e sorrisos. Mas ficarei em casa estudando Biologia. Mais tarde devo tocar um pouco. O Festival bate à porta. Tenho que ensaiar de forma condenatória. Pela primeira vez escolhi música. Mesmo com a tentadora promessa de meu teatro ir para a Final. Bom toco sax a um ano (daqui a quatro dias completa um ano); faço teatro a sete (sem bem que no último ano, resolvi dar uma parada). Fui louco em escolher música.

Se sexta feira eu estiver muito estressado, devo querer tomar sorvete. Como estarei muito estressado, não neguem meu convite. Isso vai me deixar mais estressado, ficarei de mal humor e por fim triste. Como tenho depressão, negar meu convite em tomar sorvete sexta, é algo muito errado. Ah sim, eu pago.

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Vai dar meia noite e eu aqui. Que bom! Quer dizer que meu relógio biológico está todo desrregulado. Vou surtar na quarta. Mas phoda-se.

..................

Tenham uma boa semana. Não devo aparecer por aqui até sexta. Só no caso de ma sucrée songer me presentar com uma inspiração utópica.

Felicidades, Blessed be,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:00 em
Um pouco de cinema para vocês!


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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 18:51 em
Uma pequena homenagem a todas as mães. Hoje, é dia delas. O que você acha de ler esse texto para ela?

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Minha mãe me ensinou a valorizar um sorriso:

"Me responde de novo e eu te arrebento os dentes!"

Minha mãe me ensinou a retidão:

"Eu te ajeito, nem que seja na pancada!"

Minha mãe me ensinou a escutar:

"Abaixa isso, se não eu quebro esse rádio!"

Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito:

"Se você e sua irmã querem se matar, vão lá para a rua! Acabei de arrumar a casa!

Minha mãe me ensinou a ter fé:

"É melhor você trocer para não pegar recuperação!"

Minha mãe me ensinou a lógica:

"Porque eu estou dizendo! Acabou! Ponto e final!

Minha mãe me ensinou o que é motivação:

"Continua chorando que eu te dou uma razão verdadeira para você chorar!"

Minha mãe me ensinou a contradição:

"Fecha a boca e come!"

Minha mãe me ensinou a ter força de vontade:

"Você vai ficar aí sentado até comer tudo!"

Obrigado por tudo Mãe!

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:32 em 10 de maio de 2007
Dessa vez vai ser um pouco diferente. Alguém aí já teve anseios? Bom, estou com alguns. Anseios da alma, do corpo e da mente.

Estou escrevendo esse texto apenas por ver as palavras alinhadas. Apenas para me deparar com "algo feito". Fútil, inútil, retardado.

Preguiça, descaso, vontade, raiva, poder, medo. Conjugue se possível. Se possível...

Rimas? Estou de saco cheio. Das centenas que tenho aqui, nenhuma presta. Fogo. Fogo. Fogo.

Ah, sim. Hoje me ví no espelho. E daí? E daí que não sei porra! Não sei!

Frases relapsas? Sem sentido. Sim, sem nenhum sentido. Apenas para mim, alimentando meu ego. Meu precioso ego de ouro. De escrúpulos malditos e doçura de deleite.

Basta? Segunda quem sabe. Como todo bom regime deve começar. Por falar em regime, lá estou fazendo ele novamente. Da última vez, perdi 30 quilos. Agora tenho que perder apenas 20. Sim, fui ameaçado de morte. Médico: Faça um exercício físico regurlamente. Ou morra de ócio e sedentarismo antes dos vinte um.

Me deu pregiça e ao mesmo tempo a vontade de morrer aos vinte um. Grande.

O Papa. O Papa é pop. É um velinho de olhos fundos, dentes amarelos, cabelos grisalhos e mãos aptas a acenar. Isso é legal. Ele é o dono da igreja. Sempre perguntei ao meu pai quem era o dono da igreja. Afinal, todos colocavam um real, até dois no cestinho. Devía ser para pagar o dono da igreja. Meu pai sempre me respondia que era Deus. Mas eu duvidava, pois Deus na verdade possui uma megacorporação denominada Universo. Uma espécie de The Sims com seres humanos. Então meu pai respondia que era o Papa.

Acabei de lembrar que tenho um tratamento de pele marcado. Tenho dentista também. Tenho que estudar para as recuperações. Acho que vou ter que parar de fazer algumas coisas. Preguiça.

Por falar em preguiça. Nossa! Que preguiça!

Sábado tem Reunião Pública. Estou nervoso. Tenho que fazer algumas pessoas chorarem. Acho que dessa vez eu consigo.

Bom, acho que chega. Afinal, estou com preguiça.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:28 em 9 de maio de 2007
Algumas músicas me cativam. Letras, melodias, compositores, instrumentação. Afinal, para mim cada detalhe me chama a atenção. Desta vez foi uma obra prima que me chamou a atenção.

Página de Dor, foi composta por Pixinguinha. Para quem não sabe, Pixinguinha foi o maior mestre do choro de todos os tempos. Exímio Flautista e Grandioso Saxofonista (Sax Melody em C); compôs em sua curta vida, mas de 70 choros, bossas e sambas. Valhe a pena visitar a página do mestre: http://www.pixinguinha.com.br/

A letra da música é muito bonita. Grandiosamente interpretada por Ney Matogrosso.

Página de dor
Que faz lembrar
Volver as cinzas
De um amor
Infeliz de quem
Amando alguém
Em vão esconde
Uma paixão

Lágrimas existem
Que rolam na face
Há outras porém
Que rolam no coração
São essas que ao rolar
Nos vem uma recordação
Página de dor
Que faz lembrar
Volver as cinzas
De um amor

O amor que faz sofrer
Que envenena o coração
Para a gente esquecer
Padece tanto
E às vezes tudo em vão
Seja o teu amor o mais
profano delator
Bendigo porque vem do amor
Tendo o pranto amenidade
De aljofrar minha saudade
Glórias tem o pecador no amor

Lágrimas existem (...)

São clássicos como esse que abrilhantam a música brasileira. Se quiserem ouvir ela, bastam me pedir que eu passo.Valhe a pena.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:01 em
As vezes gosto de brincar. Bom, adoro criar histórias, muitas histórias... Desde ciêntistas malucos à dragões milenares. Para mim, é um prazer.

O jogo é o seguinte. Início a história, vocês continuam. Nos Comentários, vocês postam à continuação e assim vou editando. Cada um cede espaço para o outro. Não valhe terminar a história. Afinal, eu começo, eu termino.

As frias paredes de pedra do Castelo Avilnar, se aqueciam com os primeiros raios de Sol. Os jardins, outroras bem cuidados, cediam espaço para o mato alto. As janelas, carcomidas por mofo e cupins, estalavam calmamente.
A família Avilnar morava neste castelo há treze gerações. Quase mil anos. Nos últimos, eles já nem se preucupavam mais com ele. As dívidas eram muitas e o castelo não podia ser vendido. Afinal, o primeiro Avilnar, por testamento, proibía sua venda.
Porém aquela manhã estaba quieta por demais. Já era hora de todos estarem de pé. Apenas se escutavam os pássaros. Ninguém abriu nenhuma janela, ninguém foi verificar a caixa de correio. Ninguém soltou o cachorro (este por sua vez, já começava a latir de ansiedade). Aonde estaríam os Alvinar?

vizinhos q passavam pelo local olhavam surpresos para alguma coisa estranha q acontecia la em cima bem no alto do castelo e ninguem sabia ao certo o q podia ser...até q de repente ouvi-se um grito um grito de horror e com uma voz abafada meio cansada estranha...

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:30 em 8 de maio de 2007
1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então valeu!

9. Palavras de baixo calão, , podem transformar o seu texto numa coisa ridícula.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12.
Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras
palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!

25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.

29. Outra barbaridade que tu deves evitar, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, nada de mandar esse trem... vixi... painho... meu rei... entendeu bichinho?

30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:13 em
Isso as vezes ocorre. Já aconteceu umas três, quatro vezes. É até divertido! Desta vez, como das outras, o sonho foi um pouco estranho. Estávamos em uma montanha, bem no alto. À frente um vale, bem verdejante. Porém estava nublado e estava anoitecendo.

No princípio estava só. Só olhava para o horizonte. Depois, ela aparece do meu lado do nada. Segura minha mão com força e aponta para frente.

- O que? - eu falo.
- Vamos lá! - ela responde.
- Como?
- Não sei, é você quem pensa por aqui.

Começamos a rir. Então ela sorri e acaba o sonho.

Apenas isso. Sería um presságio? Uhahahaah! Premonição... Tenho pouco tempo de vida... Vou pular de uma montanha. Ou melhor, a Luana vai me empurrar de uma montanha.

O.o'

É bom sonhar com os amigos. Significa que pensamos neles constantemente. Até em nossos subconcientes eles estão lá. Segundo algumas tradições, sonhos tem significados. Acho que este significa boas novas. Felicidade.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:56 em 6 de maio de 2007
As vezes me acalmo. As vezes tenho paz interior. Como ago, por exemplo. Como é bom deitar sua cabeça no travesseiro e esquecer tudo. Ao som de uma música que embala seus sentimentos. Ficar apenas contemplando o passado, pensando no futuro e esquecendo o presente.

Agora quero passar na faculdade mais que tudo. Nossa! Como as coisas são diferentes. Me perdi três vezes dentro da UFMG e mesmo assim, quero voltar. Ciências Econômicas, perfeito. Foi bom respirar os ares do intelecto. Como diria Arthur, as coisas lá são "assim".

Fim de semana interessante. Uma sexta feira agradável, na qual estudei saxofone como um condenado (Estudos Melódicos - Intervalos); um Sábado cômico, com misturas de DeMolay, milkshake e Capuz de Terrorista. Um Domingo em que o Cruzeiro me faz o favor de perder o Título, mas tô nem aí (O Brasileiro é nosso!). Claro, levei um fora daqueles de se escrever um livro, mas não vamos comentar né...

O sonho do Sax próprio cada dia mais perto. Dá até frio na barriga, mas é melhor eu me conter; afinal não é certeza ainda e preciso arrumar parte do dinheiro. Mas vamos que vamos.

Afinal, até agora estou feliz. Agora vou ter meus horários organizados meticulosamente. Isso vai me adiantar a vida em 100%. Falando nisso, preciso arrumar meu quarto. Não acho nada aqui e tá foda mesmo.

Estou com um pouco de saudades. Nem sei do quê. Mas estou. Estranho... Agora tenho meu próprio Pentagrama. Isso é legal também. Acho que chega de narrações disparsas por hoje. Algumas fotinhas básicas aí, só para não perder o costume.




Foto 1: Futuros Econômistas da Sala. Palestra sobre Ciências Econômicas.

Foto2: Eu e Badaruga, em frente a Reitoria da Faculdade. Como ele diz: "Essa é uma diretoria que eu não queria ser levado..."


Entonces é isto. Um pouco melhor desde a última postagem. Desde o último momento. É uma questão de tempo, de tempo...

Bruno


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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:28 em 2 de maio de 2007
Talvez as barreiras sejam altas demais. Talvez trespassá-las seja algo difícil. Talvez sim, mas com certeza não.

Lembra dos pássaros? Sei que isso pode estar enchendo o saco. Sei que falo deles mais que tudo. Mas, fazer o que? O que posso fazer? São eles minha Estrela Polar. Sou capaz de ficar horas, horas a fio, a contemplar seu vôo, seu canto.

Afinal, o que tem os passáros haver? Simples. Quando eles encontram uma barreira, eles simplismente passam por cima. Voam.

Você pergunta: Sim. E daí? Posso voar?

Eu respondo: Sim.

Você replica: Ai, ai.

Se deter diante de um problema é normal. O que não é normal, é desistir graças a ele. Detenha-se para analisá-lo, somente. Seja mais livre. Pessa ajuda. Desabafe. Sempre tem alguém pronto a ouvir seus desabafos. E se você pensa que é apenas por educação ou cordialidade, engana-se. É por gostar de você. É por querer lhe dar a mão e ajudar a voar. Em troca, apenas um sorriso.

Talvez esteja muito enfadonho em meus textos. Estou vivendo um momento meio estranho. Estou ficando estressado por demais (a acne em meu rosto é o resultado disso). Os sintomas da depressão estão voltando. Voltando de forma alarmante. Tenho apenas vontade de escrever sobre morte, fim, caos. Me detenho. Não quero compartilhar trevas com meus amigos.

Acho que vou botar fim em muita coisa. E uma delas, é esse blog. Estou tentando escalar a barreira. Perdi minhas assas, não posso voar mais. Então, me restam as mãos e pés. Mas para escalar, tenho que tirar todo o peso posível. Que merda.

Não sei o que fazer de fato. Não quero parecer um problemático. É que as vezes gosto de desabafar. E para mim, a melhor forma de fazer isso, é escrevendo. Mesmo que ninguém leia, mesmo que ninguém dê atenção. Também não quero parecer pessimista. Isso é só a realidade. Afinal são muitos cadernos escritos. Textos para mim. Para o deleite e crítica de mim mesmo. Mim mesmo... Uhahahah!

Tenho deixado ma sucrée songer de lado. Peco. Não devo fazer isso. Mas nem sei o que fazer.

A berreira é muito grande. Muito. Não vou desistir. Mesmo que perca minhas mãos e pés.

Se um belo dia você receberem um texto denominado "O Último dos Gritos", quer dizer que tomei coragem e cliquei em "Excluir Blog". Devo fazer isso quando minha mente se perder entre a depressão e o estresse. Os dois vem aumentando gradativamente.

Desculpem-me se não tenho postado muito. Se tenho postado merda. Se tenho sido uma merda. Se por merda que sou tenho fedido. Se por catinga que estou, tenho incomodado.

Bruno

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Este texto está escrito a quinze dias. Só agora consegui postá-lo.

Escrevi essa frase de cima ontem. Parei umas trinta vezes ao escrever. Sim, perdi a mão

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:54 em 30 de abril de 2007
Tudo vibra. Tudo transcede. Tudo muda.

Nós, seres humanos somos assim. Mutáveis, fadados a uma metamorfose constante. Mudamos nossos gostos, nossas paixões, nossos amores, nossa sala. Mudamos até de atitude perante o desconhecido.

Seríamos capazes de mudar nossas atitudes perante o próximo? Por incrível que pareça, essa é a metarmofose mais difícil para nós. Afirmar e considerar nosso erro. Pedir perdão. Se arrepender... Duro, mas necessário.

Cada um de nós tem um guia. Uma pessoa que é responsável por nos aconselhar. Na maioria das vezes, ignoramos seus conselhos e a deixamos de lado. Eu fiz isso. Perdi essa pessoa por incompetência minha. Por ser ignorante. Por olhar mais para mim mesmo, por preferir o ócio ao serviço. Não sejam assim.

Observem melhor à sua volta. Siga conselhos. Sim, siga conselhos.

Hoje, estou apenas aqui. Só. Pagando pelo meu erro, pelo meu egoísmo. As estrelas brilhando lá fora e eu aqui. Não sejam assim.

Apenas...

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 13:26 em 22 de abril de 2007
"Já pensaram em olhar para o Oeste? Em notar como o Sol se põe? Talvez eu vá para lá em meus devaneios. Em meus sonhos mais lúgrubes e distantes. Buscar um 'não sei o quê', 'não sei para quê'. Difícil isso não? Mas o que não é difícil nessa vida? Então é melhor nem ligar.

Irei para o porto. Embarcarei em um navio cizento, que me levará para as terras do Oeste. Aonde me alimentarei de um maná santo. Não ousarei me despedir. Não quero que as lágrimas caiam. Não sei se vou voltar, nem sei se sobreviverei à longa viagem. Dizem até que ao chegar no horizonte, cairei em um precipício sem fim. Isso, se eu chegar até lá. Poderei ser devorado pelas feras. Ou ser dizimado pela ira de Poseidon."

Grimoire - A Barca do Silêncio (Livro III)

Estou chegando ao fim de uma jornada. Sim, estou chegando ao fim. Agradeço imensamente aos meus amigos que me proporcionaram tudo isso. Acima, contemplem um trecho do terceiro livro.

É duro olhar para trás e ver que acabou. De certo forma um alívio, mas com resíquios de saudade.

Lembrando, que entregarei tudo nas datas que foram combinadas. Então, nem pense em insistir. Estarei em breve, iniciando meu segundo projeto. Este um pouco diferente. Mas isso não é assunto para o momento.

Apenas felicidade,

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:50 em
Lay down, your sweet and weary head. The night is falling, you have come to journeys end. Sleep now and dream of the ones who came before. They are calling from across the distant shore. Why do you weep? What are these tears upon your face? Soon you will see all of your fears will pass away. Safe in my arms you're only sleeping. What can you see on the horizon? Why do the white gulls call? Across the sea a pale moon rises. The ships have come to carry you home. And all will turn to silver glass. A light on the water all Souls pass. Hope fades into the world of night. Through shadows falling out of memory and time d'ont say. We have come now to the end white shores are calling; you and I will meet again and you'll be here in my arms just sleeping. What can you see on the horizon? Why do the white gulls call? Across the sea a pale moon rises, the ships have come to carry you home. And all will turn to silver glass.a light on the water. Grey ships pass; Into the West...

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Descanse sua doce e fatigada cabeça. A noite está caindo você chegou ao fim da jornada. Durma agora, e sonhe com aqueles vieram antes. Eles estão achamando do outro lado, da praia distante. Por que chora? O que são essas lágrimas sobre sua face? Logo você verá todos os seus temores irem embora, seguro em meus braços você está apenas dormindo. O que você pode ver no horizonte? Por que as gaivotas brancas gritam? Além do mar uma pálida lua se eleva. Os navios vieram para te levar para casa. E tudo se tornará, em vidro prateado; uma luz na água. Todas as almas passaram. Esperança desvanece-se dentro do mundo da noite, através de sombras caindo
fora da memória e do tempo. Não diga "Nós chegamos ao fim." Praias brancas estão chamando, nos encontraremos novamente; e você, vai estar aqui nos meus braços, apenas dormindo. O que você pode ver no horizonte? Por que as gaivotas brancas gritam? Além do mar uma pálida lua se eleva. Os navios vieram para te levar para casa. E tudo se tornará em vidro prateado, uma luz na água. Navios cinzentos passam; Para o Oeste...

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Sem mais para o momento. Peço que aguardem. Logo há de vir algo grande. Não se esqueçam de prestar bastante atenção neste texto. Nas entrelinhas. Acima o original em inglês; logo abaixo a tradução.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:33 em 18 de abril de 2007
Como a caneta desenha no papel, tentamos delimitar nossas vidas. Não conseguimos, ao contrário de um desenho, a vida é cheia de maneirismos e dimensões.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 14:56 em 13 de abril de 2007
O céu não está tão azul. Meus pensamentos são levados pelo doce vento de outono, a apenas um destino. As nuvens, ao meu ver, formam apenas uma única cena.

Sou um conformado. Matei minhas esperanças, agora sigo em frente. Hoje, comecei a semear um novo campo. Acho que todos nós devemos nos arriscar. Afinal, uma vida sem risco, é uma vida sem graça. Meu coração confirma.

Aqui, as folhas não secam e caem. Continuam de uma verde vivo e vislumbrante. Mas, são balançadas por um novo vento. Um vento que assopra de um novo rumo, aquecendo os corações, os amores e o desespero. Sim, o desespero. Dizem, os mais antigos, que o vento dos desesperados, é o vento do amor. Ele traz uma paixão ilógica (ilógica para nós), ao coração. O desesperado se apaixona por uma situação insolúvel, irreversível.

Antes do Sol se tornar pino, o céu se encontra na mais nítida limpidez. Após atingir seu meridiano, nuvens obscuras e ameaçadoras tomam lugar ao horizonte. Uma das marcas do vento de outono. Inicia forte e belo, termina como um brisa, prestes a se cessar. Um olhar esguio e despreuculpado pela janela me revela um ninho de pombos.

Mais uma vez, aqui estou a falar deles. Os pássaros. Não é que são relamente livres? Não possuem as amarras da dor. Não possuem as amarras do sentimento e do amor erídico. Apenas a obrigação de voar pelas manhãs e cantar anunciando um novo dia.

Ah! Como queria que não houvesse os ventos de outono. Não sofrería tanto, com os meus pensamentos levados por ele. Sería mais feliz. Conseguiria aprisioná-los em uma caixa de metal, mas não, o vento não deixa. Mas existem os prós. Os ventos conseguem tanto levar, quanto trazer-nos as coisas. Assim, da mesma forma que o vento leva meus pensamento, ele me traz uma flor. Uma flor que veio de uma terra distânte, voando até mim, até minhas mãos. Não posso plantá-la por enquanto. Seu perfume ainda me enebria, me deixando incapacitado de fazer qualquer ação. Como as coisas são...

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 13:46 em
Quem sabe seríamos gênios? Conhecedores de uma verdade absoluta, capaz de realizar com perfeição, a arte de viver. Possuidores de uma grande capacidade, a capacidade de amar. As vezes desperdiçada, por medo de se arriscar, de se querer.

Seríamos mestres? Seríamos detentores de uma alquimía hermética, aonde por infusões, misturas e soluções; eternizaríamos um ouro? Um ouro, que as vezes, é de tolos.

Sim, apesar de gênios, somos tolos. Burros, incompetentes, incoseqüentes, retardados, inéptos. Não enxergamos a solução à nossa frente. Preferimos a máscara, do quem a carrega. Escolhe-se o reflexo corpóreo, do que o reflexo da alma. Esquece-se que as amarras da vida se encontram com os braços que afagam sem pensar.

As vezes adormecemos nossa genialidade. Alguns são incapazes de fazê-la acordar novamente. Vivem como uma insípida comédia, a loucura torna-se lógica, como um elogio à morbidade.

Nem toda genialidade nos basta. O querer aprender mais, o querer ser mais genial possível. Isso nos leva adiante, além. Arriscamo-nos em bibliotecas de infinitas obras, algumas empoeiradas, outras cheias de traças, outras com letras apagadas e distorcidas.

As vezes somos além de gênios, santos. Portadores de uma luz aurea, oposta à macula que aflinge o homem. Tentamos purificar nossas ações, apesar de tarde, muito tarde.

Tarde, tarde como o pio da cotovia. Santos são errados. São errados por serem santos, por não possuirem a capacidade do erro. Por não falharem. Não são capazes de se arrepender, de derramar lágrimas por ações inconceqüentes. Não são capazes de serem humanos, semelhança divina.

O maior erro de um homem, é querer ser santo. Querer ser um deles, é renegar sua humanidade, renegar sua genialidade. O homem que perde sua genialidade, é um homem fadado ao acerto absoluto, aonde não há de errar jamais. Um pouco de santidade, não mata ninguém. Mas ela em excesso...

Genialidade e santidade. Sim, loucura.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:10 em
Imaginemos que não houvesse um amanhã. Hoje, é o último dia de sua vida. O que você faría? Você tem exatamente vinte e quatro horas para fazer tudo o que quer. Após estas vinte e quatro horas, c'est fine.

Alguns responderiam que entrariam em desespero. Chorariam todas as lágrimas possíves e se recolheriam afim de escolher a melhor roupa para o trágico fim.

Alguns saqueariam várias locais, depredariam várias coisas e gritariam bem alto para o mundo. Fariam o proibido, o imoral. Afinal, é o fim.

Alguns pediriam perdão por tudo. Rezariam piamente, afim de conseguir pelo menos, um lugarzinho no purgatório, com vista para o paraíso.

Alguns se declarariam para a mulher amada. Dariam um último adeus sincero com um beijo demorado e cinematográfico. Consumariam seu amor até o último momento.

Alguns escreveriam uma carta de despedida, falando a cada um de forma suncita e verdadeira. Afinal, são muitas coisas para se fazer em apenas vinte e quatro horas.

Alguns, mais conformado viveriam um dia normal. Vai acabar mesmo. Então não posso fazer nada.

Alguns mais céticos, também nada fariam. Não acreditariam, ou por medo, ou por cetisísmo mesmo.

Interessante isso. A mesma situação é dada a todos, e cada um, age de uma forma. Aqueles, cuja vida é regada de extremo cotidiano, agem de uma forma já premeditada. Mas sempre existem os bons, aqueles que farão as coisas mais marcantes e mais intensas.

Ao aproximar-se do momento, o sentimento é único. Medo. O que há depois? Apenas um nada? Vivemos tudo e tudo se torna nada? Existiría um recomeço? Existiría um além? Não podemos responder.

Eu, particurlamente, não sei o que faría. Não sei se ficaría louco e deseperado, ou conformado com a dura verdade. Não sei se escrevería uma carta ou me declararía. Não sei nem se acreditaría.

Finalizar algo é duro. Ainda mais quando finalizamos algo que nos apegamos profundamente. Pior ainda, quando temos data marcada, tempo contado.

Gostaría de saber a opinião de vocês. Se hoje, fosse o último dia da vida de vocês, respondam sinceramente, o que vocês fariam?

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:47 em 11 de abril de 2007
Somos livres para traçar nossos caminhos, para realizar nossas ações. Cada um tem o direito de seguir sua própria conciência e crer naquilo que é certo e errado. Mas as vezes (sem querer ser chato, na maioria delas), nós não sabemos escolher direito. Não sabemos decidir, julgar ou pesar.

Aprendemos muitos com os erros. Errar é humano. Persistir no erro é burrice. É valido tropeçar nas mesmas pedras? É valido derramar o mesmo sangue, as mesmas lágrimas? É valido sofrer a mesma angústia? Acho que não.

As vezes "dou pala". Sim, me dá votade de escrever sobre assuntos que para mim, no momento são sem nexo. Normalmente, escrevo sobre meu cotidiano, meus amigos, ma sucrée songer. De vez em quando, uma vozinha me fala: "Bruno! Escreve sobre tal coisa hoje!" Hoje, essa vozinha me soprou isso. Disse para escrever sobre erros, sobre quando nós ficamos a persitir no erro.

Errar é bem natural, tão natural, que o ser humano, por já ser algo "aberração", condena. Não gosto de falar sobre esse assunto. Não porque tenho errado muito, mas é algo que enche. É horrível errar e alguém falar em sua cabeça. Sabemos quando erramos, o arrpendimento já é um belo castigo. O problema maior é quando erramos, e tentamos fazer de novo, mesmo sabendo que isso dará em erro. Então a conciência é desprezada e somente um belo sermão é capaz de curar uma mente dessa (existem casos que uma surra é mais eficaz).

Hoje o sono está grande. A voz não para de me encher o saco (Uhahaha! Eu posso falar, eu tenho!). O texto em minha opinião está uma merda. E é isso.

Tô formulando uma idéia agora, que vai ser muito divertida. Uhahahaha!

O mais legal é quando se tem idéias mirabolantes, sómente ao final de um texto ^ ^

Esse aqui foi mesmo só para calar essa voz. Não sei se serviu a alguém. Mas ta aí!

Felicidades,

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 19:17 em 8 de abril de 2007
Devo desculpas para alguém. Sim, devo. Tenho a capacidade de notar o sentimento mais latente nas pessoas à minha volta. E hoje, notei decepção quanto à minha pessoa. As vezes sou ásperos com as palavras, sem a intenção de sê-lo. Não gosto de magoar as pessoas, ainda mais aquelas que gosto. As vezes erro (quase sempre), mas eu assumo meus erros e tento consertá-los. Perdão. Você me perdoa? Gostaría de saber.

Ando estressado. Muita pressão sobre mim. Muita coisa para ser resolvida, pouco tempo para tudo. Responsabilidades cada vez maiores. Vontade de parar e jogar tudo para o alto. Me sinto só. As pessoas à minha volta estão mais frias. Noto no olhar delas uma tristeza grande, um vazio de alma. Será que também estou assim? Será que perdi o brilho do olhar?

Podería solucionar tudo com um sinísmo exasperado. Podería. Não vou fazê-lo. Enganar a mim mesmo, dizendo que tudo está muito bem... Isso sería me jogar em um abismo de feu. Amargo, escuro e denso.

Meus amigos. Sei que posso contar com eles, mas vejo que os últimos tempos também não estão radiantes para eles. Saimon está preso em um mar de dubialísmo. Criou em volta de sí uma trama de problemas inexistentes. Problemas que lhe criam problemas. De tão pessimista, agora colhe o resultado. Danilo está vago. Sua voz está mais seca, seu olhar menos fixo. Suas ações estão mais vazias. Parece estar tentando fazer algo para fugir. Parece querer ocupar sua mente com outras coisas, mas não está tendo sucesso. Luana está diferente. Não sorri mais. Pelo menos não em minha presença. Seu olhar está cabisbaixo. Não reflete mais como a Lua em céu nú de estrelas. Parece presa em eterna tristeza. E eu, estou de uma forma que não posso definir. Sei que também estou diferente. Mas não vou arriscar-me em cometer o erro de definir esse metarmofose.

A chuva lá fora, junto com essa quantidade de problemas, me deixa depressivo. Me deixa triste. Na verdade faz um mês, um pouco mais, que estou triste. Hoje está sendo apenas mais um dia desses. Não sei a fonte de minha tristeza, acho que tive uma recaída. Temo retornar à batería de remédios. Não quero mais depender de drogas para viver. Quero apenas compreender o que está ocorrendo.

Sería castigo? Um castigo divino pelos meus atos? Mas o que fiz? Heresia? Não sou um devoto fiel, mas sou um fiel devoto. Convicto na crença em Deus e na Deusa.

Quem sabe se desviasse minha mente? Posso me ocupar inteiramente de algo, na esperança de que tudo passe enquanto isso. Meu livro. Um sonho de infância, que aos poucos torna-se realidade. Não tenho inspiração para escrever. Na verdade inspiração não é o problema. Para isso, basta recorrer à minha musa. Até hoje ela nunca falhou e sei, que nunca há de falhar. Como disse uma vez, ma sucrée songer é fonte de eterna inspiração. Falta mesmo é motivação. Isso, não sei como obter.

Gostaría que houvesse comentários para esse texto. Este pelo menos, eu faço questão. Nele expus minha sinceridade. Acho que não deveriam desprezá-la.

Antes de finalizar, gostaría de pedir perdão novamente. Desculpe pelas minhas palavras (meu tom de voz para ser mais exato). As vezes falo sem pensar, mas quando eu faço, faço da boca para fora. Você sabe que te adoro, e que não te desprezo. Jamais.
E também, pedir perdão, desde já, aos meus amigos. Pelo meu comportamento nos últimos tempos. Não irei pedir perdão pelo o que disse no texto. Disse apenas a verdade. Se acha que foi ofendido me procure.

Para todos nós, dias mais alegres. Mais ensolarados. Até chuvosos, para brincarmos na lama e nos molharmos apenas para faltar de aula no outro dia.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 19:17 em
Devo desculpas para alguém. Sim, devo. Tenho a capacidade de notar o sentimento mais latente nas pessoas à minha volta. E hoje, notei decepção quanto à minha pessoa. As vezes sou ásperos com as palavras, sem a intenção de sê-lo. Não gosto de magoar as pessoas, ainda mais aquelas que gosto. As vezes erro (quase sempre), mas eu assumo meus erros e tento consertá-los. Perdão. Você me perdoa? Gostaría de saber.

Ando estressado. Muita pressão sobre mim. Muita coisa para ser resolvida, pouco tempo para tudo. Responsabilidades cada vez maiores. Vontade de parar e jogar tudo para o alto. Me sinto só. As pessoas à minha volta estão mais frias. Noto no olhar delas uma tristeza grande, um vazio de alma. Será que também estou assim? Será que perdi o brilho do olhar?

Podería solucionar tudo com um sinísmo exasperado. Podería. Não vou fazê-lo. Enganar a mim mesmo, dizendo que tudo está muito bem... Isso sería me jogar em um abismo de feu. Amargo, escuro e denso.

Meus amigos. Sei que posso contar com eles, mas vejo que os últimos tempos também não estão radiantes para eles. Saimon está preso em um mar de dubialísmo. Criou em volta de sí uma trama de problemas inexistentes. Problemas que lhe criam problemas. De tão pessimista, agora colhe o resultado. Danilo está vago. Sua voz está mais seca, seu olhar menos fixo. Suas ações estão mais vazias. Parece estar tentando fazer algo para fugir. Parece querer ocupar sua mente com outras coisas, mas não está tendo sucesso. Luana está diferente. Não sorri mais. Pelo menos não em minha presença. Seu olhar está cabisbaixo. Não reflete mais como a Lua em céu nú de estrelas. Parece presa em eterna tristeza. E eu, estou de uma forma que não posso definir. Sei que também estou diferente. Mas não vou arriscar-me em cometer o erro de definir esse metarmofose.

A chuva lá fora, junto com essa quantidade de problemas, me deixa depressivo. Me deixa triste. Na verdade faz um mês, um pouco mais, que estou triste. Hoje está sendo apenas mais um dia desses. Não sei a fonte de minha tristeza, acho que tive uma recaída. Temo retornar à batería de remédios. Não quero mais depender de drogas para viver. Quero apenas compreender o que está ocorrendo.

Sería castigo? Um castigo divino pelos meus atos? Mas o que fiz? Heresia? Não sou um devoto fiel, mas sou um fiel devoto. Convicto na crença em Deus e na Deusa.

Quem sabe se desviasse minha mente? Posso me ocupar inteiramente de algo, na esperança de que tudo passe enquanto isso. Meu livro. Um sonho de infância, que aos poucos torna-se realidade. Não tenho inspiração para escrever. Na verdade inspiração não é o problema. Para isso, basta recorrer à minha musa. Até hoje ela nunca falhou e sei, que nunca há de falhar. Como disse uma vez, ma sucrée songer é fonte de eterna inspiração. Falta mesmo é motivação. Isso, não sei como obter.

Gostaría que houvesse comentários para esse texto. Este pelo menos, eu faço questão. Nele expus minha sinceridade. Acho que não deveriam desprezá-la.

Antes de finalizar, gostaría de pedir perdão novamente. Desculpe pelas minhas palavras (meu tom de voz para ser mais exato). As vezes falo sem pensar, mas quando eu faço, faço da boca para fora. Você sabe que te adoro, e que não te desprezo. Jamais.
E também, pedir perdão, desde já, aos meus amigos. Pelo meu comportamento nos últimos tempos. Não irei pedir perdão pelo o que disse no texto. Disse apenas a verdade. Se acha que foi ofendido me procure.

Para todos nós, dias mais alegres. Mais ensolarados. Até chuvosos, para brincarmos na lama e nos molharmos apenas para faltar de aula no outro dia.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:33 em 7 de abril de 2007
Sob os auspícios do ócio, movidos à Coca e Soda, narro a vocês a desventura mais animalêsca...

Pare, a Placa

5 de Abril de 2007

Quatro jóvens se reunem para se divertirem. Sem nenhum objetivo aparente, resolvem assentar-se numa esquina para apreciarem a vida. Degustando o sagrado hidromel negro, um deles, a mente destrutiva e sem noção pronuncia aquela que sería a sentença máxima. "Vamos roubar uma placa?"

6 de Abril de 2007

00:00

Um dos jóvens padece. Sua memória será sempre lembrada. Antes disso os jóvens foram falhos em sua primeira tentativa. Uma placa de 'Rua Sem Saida'. Estava alto e vunerável demais.

00:30

Os jóvens saem em busca de um novo alto. São perseguidos. Descobrimos que um asmático é capaz de correr mais que um maratonista olímpico quando em perigo.

1:00

Um novo alvo. '40Km/h' Depois de diversas tentaticas de mãos nuas, desistimos. Retornamos para o QG.

2:30

Após o asmático conseguir se recuperar; armamo-nos e seguimos novamente para o alvo.

3:00

Após corrermos de uma nova perseguição, encontramos aquele que sería o alvo perfeito. PARE. Vermelho, lindo.

4:00

Usando apenas de uma tesoura e muita adrenalina, os três jovens conseguem retirar um placa chumbada no chão. Carrega-la por dois quarteirões e meio, desparafusá-la e limpá-la.

7:00

Termina a aventura. Um novo objetivo: Nome de Rua. Quando? Só Deus...

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As vezes passamos por situações muito legais. Situações que com certeza contaremos a nossos netos. Roubar uma placa, por mais inútil que possa parecer, é algo que todo adolescente já pensou em fazer. Mas poucos tiveram a ociosidade (para não dizer idiotice) de fazer.
Os momentos de tensão, adrenalina e felicidade são incoparáveis. Não fazemos isso pelo vandalismo, nem pelo ato de roubar, apenas porque esse é o efeito de Coca - Cola com Soda Antártica.

Essa é a vida. Momentos marcantes.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes"
Viva a Revolução!!!!

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 00:14 em 3 de abril de 2007
Estou a explorar meu novo horizonte. Um horizonte ainda escuro, visto que o sol principia a nascer. As estrelas ainda enfeitam o céu, de um turquesa escuro, plácido. Como a grinalda de uma noiva, prestes a se casar, aonde se reunem esperanças, emoções e medos. Estou com medo. As vezes o sol pode me revelar um horizonte esquálido, seco, sem o verdume da relva, sem os contornos das árvores, sem o brilho e a inquietude do infinito.

Sería pecado falar a verdade? Não culpo ninguém, de forma alguma. O único responsável pelos meus atos sou eu. Porém questiono. Isso jamais deixarei de fazer.

Temo perder uma amizade já conquistada, que a cada nascer de Sol, me cativava ainda mais. Temo perder minha fonte de inspiração eterna. Meu doce sonho. Temo jamais me arriscar em uma troca de olhares, que me gerava confiança e calmaría.

Fui tolo? Não. Não é tolice falar o que você sente. Mesmo que o que você sinta, não seja correspondido pelo mesmo sentimento. Espero somente um abraço sincero. Um abraço de amigos. Quero dialogar, quero me explicar. Apenas. Espero que me seja dada essa chance, sim espero.

Quería as vezes, como o poeta, poder ouvir estrelas. Um conselho astral, que perdura no céu pela eternidade. Uma vez foi me proposto tentar vê-las sobre um outro ângulo. Acho que hoje eu consegui. Consegui ver que tudo pode ser visto por um outro ângulo. Que as vezes atitudes alheias podem decepcionar, mas que se vistas de forma tolerante, podem muito nos ensinar. Percebi como que a ajuda pode ter duas faces. Nem sempre solidariedade vem desacompanhada. Muitas pessoas, nem todas, mesclam ela com retribuição, ou esperança. Isso, chama-se interesse. As vezes um céu nublado pode ser triste, mas em algum lugar, é a única esperança do castigo de um Sol, outrora belo, outrora destruidor. Sim, muito sábias as estrelas.

Não direciono o parágrafo acima a ninguém. Na verdade a todos, para que possam pensar um pouco. Apenas isso.

As vezes me olho no espelho e penso em mudar minha personalidade. Não sei porque. Hoje, ao acompanhar uma missa, depois de muito tempo, caí na real. Uma vez quería ser padre. E se isso continuassem em minha cabeça? Imagine hoje, eu, seminarista. Como sería se vocês não me conhecessem? Como sería a vida de cada um de nós? Estranho, não...

Estranheza é normal. Bom exemplo de antítese. Mas não minto. Hoje em dia, sentimento são maquinados, palavras são ditas apenas por serem ditas. Não existe mais fundamento em clássicos como "Eu te amo", ou "Amigo". Sou estranho. Não exito em dizer: "Saimon/Danilo/Luana é um(a) amigo(a) meu(minha)." Considero esses meus verdadeiros amigos, mesmo que não haja entre eles este sentimento e, que um dia, um deles talvez não me considere como um (ou todos). Dizem que além de nossos pais e filhos, nós só lembramos realmente das pessoas que marcaram nossa vida. Posso afirmar, sim, eu lembrarei deles mesmo estando longe, mesmo sabendo que haverá em breve um último adeus.

Antes que esqueça, a tradução: "Sei que a fonte de minha inspiração será eterna... Meu doce sonho..." (se não entendeu, não pergunte-me. Isso foi direcionado a alguém, e essa pessoa sabe que não falei isso atoa.)

Agora voltarei a contemplar meu horizonte. Esperando o Sol nascer e assim ver o que me espera.

Estou chorando. Não faço isso há um tempo. O motivo eu não sei, acho que dei mais um passo no caminho da evolução. Não estou triste. Em felicidade também não me encontro. Conforto. Isso que eu sinto. Conforto. Não completo. Para tal, preciso ainda de um diálogo. Espero tê-lo.

Contemplem as estrelas. Agora, tente vêlas de um outro ângulo...

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:51 em 2 de abril de 2007
Não me arrependo de nada. Não me arrependo de ter falado o que sinto. Dei descanço ao meu coração, dei paz à minha alma. Enfim, descobri a causa de meu anseio, e mesmo que essa descoberta me custe algo valioso; mesmo que minha musa perca a confiança em mim, eu jamais hei de perder nela. Saiba ma sucrée songer, que hoje durmo com mais calma, hoje durmo com mais leveza, graças a ti.
Se lhe decepcionei, perdão. Não me contive.
Peço que não tenha receio de minha pessoa. Não falarei nada que não queira. Peço que não deixe de estar em minha presença. Não criarei insitências, não criarei esperanças, sequer situações.
Me despeço hoje, com a certeza de um diálogo.

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:19 em 1 de abril de 2007
"Que o convívio comigo mesmo, seja pelo menos suportável..."

O sono dos justos, dos conformados. Sono angelical, puro, aonde o refrigério do labor se encontra em regojizo pleno. A mente se encontra em conforto, a visão se encontra em marasmo. Aonde apenas a preucupação do acordar existe; de vez em quando. O sono que alimenta, o sono que da novas forças ao espírito. O sono que cria sonhos, esperanças. O sono que te permite abraçar sua contraparte. Que te permite semicerrar os olhos, se deliciando com a beleza de sua amada. O sono dos grandes.

No princípio buscava a inspiração em meus amigos. Depois passei a buscar em minha musa. Esta, a quem tanto devo, me desperta sentimento nobres. Sentimentos que quero retribuir, mas, não sei se devo, ou posso. Hoje busco no cotidiano. Hoje descobri que o cotidiano é apenas o viver automático. Isto não me interessa. Quero mais que isso.

Afogar-se em um mar de incertezas, puxado pelo seu coração, é algo horrível. Não valhe a pena. A amargura do não conseguir, do não encontrar machuca, e muito.

Resolvi silenciar-me. Afim de que o silêncio cubra meu anseio e assim, quem sabe, faça ele calar. Algo que hoje percebi, ser muito idiota. Devo falar, devo escrever. Devo matar meu anseio com as palavras, usar a caneta para vencer meus demônios interiores. E assim eu vou fazer.

Cometi um crime, um crime imperdoável no mundo das letras. O mundo das letras também tem leis. Leis mais duras que o mundo dos homens, pois elas são baseadas em sentimentos. Há momentos atrás, horas, minutos, tornei-me um criminoso. Embora eu não considere-me.

Ma sucrée songer... Meu doce sonho.

Estava clamando por novos horizontes. Estava vivendo de uma forma desesperadora. Meu coração não se aquietava, algo estava acontecendo. Apesar de buscar, não encontrava. Meu coração apenas dilacerva meu peito. Sem dizer a causa do flagelo.
Estaría eu amando? Mas quem? Quem sería o alvo de minhas atenções? Sería a fonte de meu desvaneio, a verdade absoluta de minhas ações? A causa de um viver, de um ser, de um querer? Nem eu mesmo sabía.
Estaría tão cego a ponto de nem isso conseguir ver?

Comecei a desanimar. Observava a todos. A tudo. Em vão...

Hoje, a luz foi-me mostrada.

Quanto ao crime? Apaixonei-me por minha musa. Algo errado para as leis que regem o estilo, a métrica, o lirismo. Algo certo para meu coração.

Fui pego na sina do desinteresse. A sina do "menos espero". Nunca pensei nisso. Nunca tal coisa passou por minha mente. Sempre tomei minha musa como amiga. Uma amizade sem interesse posso afirmar. Cujo prazer é o do diálogo, da troca de confidências. Alimentar essa amizade de bons momentos, sem pensar em evoluir ela para o "algo mais". Assim eu vivia, até que hoje, pude perceber como mudou.

(Pausa)

Meu coração se aquietou. Estou mais aliviado.

Não sei devo alimentar esse novo sentimento. Sei que o sentimento de amizade, para mim um dos mais nobres, será sempre alimentado. Mesmo que não haja correspondência, espero pelo menos minha musa ela continue sendo. Se minhas palavras lhe causaram desaprovação, espero que intenda, são palvaras de um homem apaixonado. Que após muito buscar, descobriu que a porta para seu caminho, sempre esteve ao seu lado.

Só peço a tí um momento, para que meu coração hoje aliviado e feliz, durma o sono dos justos. Afim de quando ele acordar ou passe a viver alimentado de um novo amor, ou, agora descançado, possa encontrar sossegado um novo amanhã.

Sei que na próxima troca de olhares, haverá um desconforto. Sei que na próxima palavra trocada haverá uma ansiedade. Mas nada que não possa ser vencido.

Sim, hoje estou feliz. Mesmo que meus anseios não se concretizem, estou feliz. Minha busca de tanto tempo acabou. E acabou em um ponto, por mais inimaginável que seja, de mais puro resplendor.

Ma sucrée songer...

Bruno

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 19:22 em
Hoje, ao voltar de mais uma apresentação, me deparei com uma cena que, me fez refletir. Uma vizinha minha chorava ao passeio de sua casa. Não a conheço, nem seu nome eu sei, mas sei que ela chorava por acabar de brigar com o namorado. Este, saia enrraivecido com sua moto, sem menos olhar para trás. Não me detive, resolvi iclusive, apertar o passo. Não sería educado parar e olhar, muito menos amparar.
Bom, o amor. Sentimento nobre. São três tipos, Eros, Philos e Ágape. Eros, o amor carnal, aquele que sentimos à primeira vista. Um amor que alimento pelo prazer corpóreo. Philos, o amor sem fronteiras. Aonde o interesse maior é fazer o outro feliz. Não se liga para o eu, apensa para para o ele/ela. Ágape, o mais nobre dos amores. É a evolução máxima, aonde o interesse, o único, é permanecer na presença do outro. Neste estado, um simples abraço gera a extrema satisfação. Segundo o Kama Sutra, um livro sagrado do Hinduísmo, este amor, no ato sexual, não gera apenas prazer. Gera uma alegria, um estado de evolução. No auge, durante algus segundo, a mente fica totalmente vazia, nos aproximando da Mente Divina.
Muitos dizem que é bobagem ficar procurando o verdadeiro amor, que ele não existe. O casamento, segundo eles, é apenas uma junção de idéias semelhantes. Não creio que seja assim.
Muitos falam que a procura do verdadeiro amor, é algo desinteressado. Que nossa contraparte, sempre esteve alí. E que nunca deparamos com ela. Segundo o xamânismo, nós normalmente descobrimos isso ao nascer de um sol. Quando resolvemos ficar acordados do seu pôr, até o seu nascer. Se pensarmos em todos à nossa volta, nós descobrimos. E se eu ainda não o(a) conheço? Prepare-se para sonhar...

Resolvi falar disso hoje, apenas por essa cena. Já falei disso antes, mas certos assuntos voltam à tona pois serão revividos.

As vezes, quando releio meus textos, eles perdem seu sentido. Não sei porquê, mas perdem. Mesmo assim eu os publico, pois podem fazer sentido para alguém. Notei também que estou perdendo a mão. Não estou mais produzindo com brilho, com virtuosidade. Acho que vou me silenciar por um tempo. Vou pesquisar mais, vou conversar mais com ma sucrée songer, vou filosofar mais.
Dizem que por maior que seja sua imaginação, por mais pura que seja sua virtuosidade, por mais bela e inspiradora que seja sua musa; um dia, a pena não arranhará o papel. Quando isso acontecer, o que resta é apenas se contentar e orar para que amanhã isso não se repita.

Então, vou me silenciar por um tempo. Não sei se será um tempo longo, ou curto. Posso escrever um texto amanhã, cheio de brilho, como posso voltar a postar apenas daqui seis, sete mêses. Não se deseperem quanto ao livro, ele vai sair nas datas marcadas.

Felicidades,

Bruno Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 02:37 em 31 de março de 2007
E quando você menos espera? Quando você descobre que sua mente sempre recai na mesma coisa? Quando você descobre sentimentos, outrora esquecidos? Coisa que nunca pensei... Coisa que nem imaginei...
O coração bate mais rápido. As coisas ficam mais belas. A preucupação com atitudes. A preucupação com sensações. Pensar, caucular o que falar. Sinceramente, faz tempo que não sinto isso. E sei exatamente o que é isso. Da última vez, não foi bem como eu esperava. E as vezes paro para pensar se realmente valhe à pena. O problema, é quem poderá me dizer se valhe à pena? O tempo, que costuma ser o senhor da razão? Se depender dele, acho que morrerei em anseio.
Há horas que penso: "Falo, de cara. Se assim for, assim será." Mas há horas que o pensamento é outro. "Pode dar tudo errado e, as coisas não serão como antes."
Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Medo...

Uma situação, deve me bastar. Mas a razão clama por diálogo. Clama por seriedade. A emoção apenas deseja, apenas. Qualquer ação, pode gerar um caminhão de arrependiemento, como um trêm de alívio. Chega desse assunto. O melhor é deitar e refletir.

Falemos sobre outra coisas. Minha musa. Assunto que me interessa, e interessa mentes mais curiosas, que me perguntam sua identidade e obtem como resposta um silencioso sorriso de repreensão. Sua identidade só será revelada em um momento certo, com seu consentimento. E, aos mais palpiteiros, eu logo digo. Podem apontar à vontade. Não haverá resposta.
Pois bem, acho que agora vou chama-lá de ma sucrée songer, pois assim eu a visualizo. Um doce sonho. Meu doce sonho. Fonte de infinita inspiração.
Inspiração tanta, que me convenceu a fazer algo, apenas para acalmar sua ansiedade. Acho que ao ler essa frase, ma sucrée songer deve pular de alegria, claro, se ele captou a mensagem.
Como meu coração está radiante hoje. Como...
Ontem ma sucrée songer disse para escrever um texto sobre um determinado assunto. Seu silêncio me fez concluir que o texto ficou ruim. Mas isso não importa, visto que o presente que ela vai ganhar vai compensar minha falta de lirismo.

Ma sucrée songer...

Bruno Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:16 em 29 de março de 2007
Sobre a maravilhosa égida da inspiração, provinda de minha musa; hoje aqui escrevo. Tema escolhido especialmente por ela. Pois bem, que se dê início ao show...

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Falta chão, falta ar, falta tudo. Quando tudo desmorona, como em um filme. Tudo fica branco e preto, uma cena latente ao fundo. Você se afasta rapidamente. Pronto. Para que viver? Já não há mais motivo.
Desilusão. Sentimento estranho. Quando a vida perde seu sentido. Quando o brilho do Sol não mais ilumina. Quando o vento causa desconforto à mente. Quando a verdade é uma sólida mentira de aço inoxídável, bem a frente, obstruindo a passagem.
Nos enveredamos em um caminho de mágoa. Afogarmos, esse é o maior anseio da alma no momento. Seja em lágrimas, doces, ou na precipitada e ignóbil bebida. Seja qualquer uma das formas, afogar-se é o maior erro.
A lucidez é a melhor coisa a ser fazer. Se a desilusão se precipitar sobre sua alma, recorra ao próximo. Recorra aos seus amigos, recorra a você mesmo. Lembre-se, por mais longo que seja o túnel, por mais escuro e apertado, há uma saida, há uma luz à frente. Não desanime jamais.
Jamais se perde tudo. Sempre sobram aqueles a nos apoiar, almas benígnas que realmente se importam conosco. Sempre sobram as belas e doces lembranças, que nos sustem e fazem nosso coração ficar mais leve. Sempre sobra o amanhã. O recomeço de um ciclo. Pode-se procurar novos horizontes, novos rumos, anseios, ilusões.
Existe uma música, cuja letra, trata exatamente disso. Se você sucumbir, se sua mente se tornar simplória, não mude jamais o seu caminho. Lembre-se, o mundo continua o mesmo. Se nós nos basearmos em nossos erros, as flores vão desaparecer da beira da estrada. Nem pense em fechar os olhos, a solidão é a lei do insignificante. Se houver titubeação, siga meus passos. Eu quero te ajudar. Vou erguer seu orgulho, é dele que você precisa, assim, nós vamos chegar. Vá! Agora que nasce um novo dia, vamos enfrentá-lo. Não se preucupe, você não estará só. A vida é assim, temos que cumpri-la. Por quanto tempo? Muito. Veja o frio e o vento em uma noite de tempestade. Não se preucupe, veja também, eu estou ao seu lado, marcharemos juntos, até o fim. Seguindo os passos, vamos em frente. Seu orgulho é sua arma. Descobriremos novos caminhos. Então, siga em frente. Aprenda que a vida tem um sentido. Mesmo que demoremos a descobrir. Esqueça o passado em siga em frente. Vamos! Vamos! Siga em frente, esqueça os resíquios do passado. Siga em frente!

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Então minha musa? Como me saí? Será que mereço vossos elogios? Ou vossas críticas?

Felicidades,

Bruno H. Fernandes"
So, carry on...

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:58 em 28 de março de 2007
Texto antigo, criei faz um bom tempo. Muito tempo mesmo. Estava na sexta série. Não me lembro o motivo pelo qual o criei. Sei que hoje, quatro anos depois, ele se encaixa perfeitamente. As vezes quando sinto medo, eu leio ele, mesmo sabendo ele de cór. Me sinto mais seguro. Se uma dia eu tiver um filho, eu pretendo recitar esse texto para ele todas as noites antes de colocá-lo na cama. Ao ler esse texto, peço que mentalize a pessoa que você está depositando mais confiança no momento. Mas cuidado. Não seja dúbil. Pense em alguém mais próximo. Se possível que possua com você laços sangüíneos. Eu costumo pensar em meu Guardião. Meu eu mágico. Alguns pensam nos pais, nos amigos, em um santo. Cada um com sua opção. Lembrem sempre. Não tema...


Não Tema

Não tema... eu estou contigo!

Não tenha medo de errar, todos nós erramos. Você não será menos ou mais culpado por isso.

Não tenha medo de falar. Não deixe as palavras entaladas na garganta, podem lhe sufocar.

Não tenha medo de se expressar. A arte é livre. É plena.

Não tenha medo de agir. A inércia não leva ao progresso.

Não tenha medo de pensar. Penso, logo existo.

Não tenha medo de existir. Incomode, seja, creia.

Não tenha medo de querer. Queira com as máximas forças do seu coração.

Não tenha medo de orar. Deus está contigo e há de te ajudar.

Não tenha medo de pedir. Aquele que não chora, não mama.

Não tenho medo de ter medo. Adrenalina é bom.

Mesmo que a luz das estrelas se apague, mesmo que a lua se torne vermelha como o sangue. Mesmo que o Sol para de brilhar, que os pássaros parem de cantar. Mesmo que o céu caia e o chão desmorone, não tenha medo. Eu estou contigo.

Que cada palavra seja uma estrela no céu, apta a iluminar vosso caminho,

Bruno Fernandes
Um pouco, só um pouco, nostálgico.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 17:03 em

Hoje 28 de março, tarde, muito tarde...

Tarde pra corrigir erros, pra pedir perdão...

O tempo não volta... Não voltará, então vai ser assim ninguém quer saber de ninguém, tanto faz o que acontece ou deixa de acontecer na vida do outro.

Culpa? Talvez sim talvez não.

Não me arrependo de nada, aliás, sim, de ser tão dependente disso...

Muitos pensamentos ficam em mim, será que volta? Será que merece novamente voltar?Será que vale a pena sofrer novamente, mais uma vez, de novo, só mais uma vez, quem sabe outra e mais outra e mais outra...

Saudade... Saudade...

Vontade de dar o braço a torcer, mas e se eu o fizer? O que diriam as pessoas? O que diria ele?

VONTADE essa é uma palavra bem difícil, quando se tem vontade você vai lá e faz, então se ainda não fez é por que não tem vontade? Se não tem vontade não dou o braço a torcer... E nem ele...

Sem sentido? Pois é quando nada mais faz sentido, ou melhor, quando só isso faria sentido...

“Não se prenda a sentimentos antigos, tudo que foi vivido me preparou pra você...”.

Luana Lima.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:09 em 27 de março de 2007
Nem tudo é perfeito. Uma das sinas de viver é essa. Ou nos acustumamos, ou suicidamos. Quando algo nos decepciona, o melhor a fazer, é esquecer. Sei que é difícil. Sei que é praticamente impossível, mas, fazer o que, além disso? Não remoer também é fundamental. As coisas são como ondas. Vão e vem. Sempre.
Se algo nos desapontar, esqueça. Haverá outros momentos muitos melhores, que hão de substituir esse. Se alguém nos desapontar, esqueça. Ou esqueça ou alguém, ou esqueça o ato. As vezes, dependendo da situação, esquecer o alguém, é melhor que esquecer o ato. Experiência própria. Garanto. Se você decepcionar alguém, peça desculpas. Afinal, é o melhor que pode fazer.
Sei que escrever/falar é fácil. "Se ponha no meu lugar!" Diz os mais atacados e pessimistas. Se possivel, eu me colocaria. Somente para mostrar como agir. Prepotência? Não, não sou a tal e a mercê. Só gosto de mostrar às pessoas o lado bom da vida. Mostrar a elas que por detrás de um feio, enrrugado e fedido casulo, há uma bela borboleta.
E se as palavras estiverem entaladas na garganta? E se for necessário desabafar? Procure um ombro amigo. Um ombro firme, que seja capaz de lhe sustentar. Que não reclame do peso.

Sei lá se meus conselhos prestam. Não sei mesmo. Acho que as vezes falo asneiras demais. Mas realmente, mesmo "a relinchar" para as paredes; eu não me importo. Gosto de escrever, de falar. É divertido, liberta a alma.
Para finalizar, gostaría de citar minha frase favorita, que é mais ou menos assim: "Tudo da certo no final. Se não deu, é porque ainda não chegou ao fim."
Vamos procurar a felicidade?

Bruno Fernandes"
Tentando falar algo que tenha sentido, mesmo que para os ventos.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:31 em 22 de março de 2007
Alguém aí curte Supertramp? Uma clássica balada deles:

When I was young
It seemed that life was so wonderful
A miracle, oh it was beautiful, magical
And all the birds in the trees
Well they'd be singing so happily
Oh joyfully, oh playfully watching me
But then they sent me away
To teach me how to be sensible
Logical, oh responsible, practical
And they showed me a world
Where I could be so dependable
Oh clinical, oh intellectual, cynical

There are times when all the world's asleep
The questions run too deep
For such a simple man
Won't you please, please tell me what we've learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am

Now watch what you say
Or they'll be calling you a radical
A liberal, oh fanatical, criminal
Oh won't you sign up your name
We'd like to feel you're
Acceptable, respectable, oh presentable, a vegetable

At night when all the world's asleep
The questions run soo deep
For such a simple man
Won't you please, please tell me what we've learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am, who I am, who I am, who I am

Por mais "balada" que seja, eu gosto de Logical. Mais pela letra e pelo solo de sax do que por outra coisa.

Enquanto outros me chantageam, em busca de um segundo capítulo (né Luana ^^), outros me chateam, em busca de coisas que não posso oferecer. Ora, não posso ser o que não sou! Fingir ser outro? Nunca!

Mas isso agora não vem ao caso...

Sei lá qual é a minha música favorita. Gosto de tantas... Acho que sería um erro escolher uma. Então devo postar letras e mais letras nesse blog. Acho que vai depender do momento.

Seguinte, me falem uma música aí...

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes"
Escrevendo coisas para interter, por que aí vem coisa.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 20:33 em 19 de março de 2007
E quando estamos com uma dúvida gigante. Megalomaníaca em sí. Desesperador não? Sim, muito. Posso optar por minha felicidade, usando de minhas faculdades. Ou posso optar pela felicidade alheia, sem usar de minhas faculdades. O que vocês fariam nesse caso?

E se sua felicidade custasse passar por cima dos outros? E se a felicade dos outros passase por cima da sua? E quando você tem afeto pelo outro? A cabeça parece explodir. A morte parece a melhor solução. Tentador...

Muitos diriam: "Vá em frente! O importante é você!" Outros: "Será que vale à pena? Você sería feliz mesmo?" A cada opinião, uma nova dúvida.

Deixar isso de lado? Não posso. Isso já me consumiu a alma. Me deixou mortirizado, triste, solitário. Agora é até pessoal. E bota pessoal nisso.

Acho que vou esperar mais um tempo. 24 horas. Basta. Vou decidir isso de vez.

Que me custe a vida, ou a vida alheia.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 23:46 em 14 de março de 2007
.































































































































Não sei por que motivo me deu a vontade de fazer isso. Acho que para aparecer. Mas, peraí, quebrei o silêncio! Foi mal....














































































































Tá certo, isso enche a paciência. Mas, fiquemos um pouco mais em silêncio.









































































































Reflita um pouco.











































































Está valendo à pena?













































































Então pode começar a falar agora.

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:06 em
Uma vez eu ouvi que todos nós temos um par. Sempre me conformei com isso, apesar de nunca tê-lo encontrado. Acho que não procurei direito, ou até hoje, não fomos apresentados. Dizem que devemos procurar entre as pessoas que nos amam. Devemos evitar aquela que nós amamos, pelo menos carnalmente ou, superficialmente. O porquê disso? Pelo fato que, até aonde sabemos, seremos alimentos de um sentimento. E graças a isso, com o tempo seremos base, seremos um só.
Interessante, raramente eu falo sobre isso. Graças a acontecimentos dessa semana, eu parei para pensar. Não aposte todas as suas fichas. Eu garanto que isso não presta. As pessoas mudam. Assegure-se que elas mudam da forma mais agradável ou legal. Não como certas pessoas que passam a agir de como se você fosse o problema e a solução.
Sax é o canal. Vivi um episódio incrível. Aprenda músicas românticas e as decore. Vá para fora da sua casa, faça pose e mande brasa. Garanto. 100% de acerto. Sem margem de erro! Ô trêm que pula!
Vida louca essa. Divertida. Sei não, a cada dia eu me conformo com um futuro, outrora já traçado. Se alguém quiser mudar minha opinião, eu aceito. Aproveite.

Estava brincando de traçar personalidades. Gosto de traçar as personalides, claro, de acordo com minhas opiniões. Faço isso atoa. Como um fruto de um ócio. Sempre traço as personalidade de três pessoas. E, venho equiparando. Essas três pessoas, sabem quem elas são. A número um vem perdendo esperanças, mas ultimamente ganhou alguma. A número dois está me decepcionando e a número três, ainda estou aprendendo algo sobre ela (porém as vezes me preucupo e essa pessoa me deixa desgosotoso). Mas daqui a um mês eu traço tudo de novo. Se houver mudança significante eu falo.

Já notaram quando bate um pouco de solidão? Estranho, senti isso hoje à tarde. Alguém pode me explicar?

Aos mais deseperados (leia-se Luana), o livro anda de vento em popa e o Capítulo I vai ser entregue pessoalmente na segunda feira. No caso de eu morrer antes, bom, se der tempo de eu deixar instrunções, vocês podem ter a chance de ler ele. Se não, bom, espera eu reencarnar.

Para finalizar, gostaría de deixar um texto que me deixou emocionado:

"Eu podería suportar, embora não sem dor, que tivesse morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morresem todos os meus amigos! A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida... mas é delicioso que eu saiba e sinta que eu os adoro, embora não declare e não os procure sempre..."
Vinícius de Moraes

Acho que hoje, pude exprmir um pouco de meus sentimentos. Alguns nobres como esse, outros nem tanto.

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:15 em 4 de março de 2007
Os opostos que se convivem, que se permitem e se baseiam. Os dois gênios, que depois de muitas brigas, descobrem que não pode existir sem o outro.
Todos nós dependemos um dos outros. Uns mais do que outros, o importante é que dependemos. Eu, por exemplo, dependo de três pessoas especiais para criar. Pessoas que fazem parte da minha vida, pessoas que posso dizer, com certeza, que são meus Amigos. Sinto por eles Ágape. Amor. Amor cuja razão é a de existir. Sem nada em troca, apenas a ação de ser.

Somos frutos de algo dual. Somos frutos de duas tendências, de dois polos. Seja no campo biológico, seja no campo moral, intelectual. Ariel, a personificação do bem. Ações puras, nobre, grandiosas. Caliban, a personificação do mal. A malícia, a beleza. O portador da luz do conhecimento. Eles são aqueles dois seres que vivem a nos importunar. O anjinho e o diabinho.

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Agora que o texto não possui mais coesão eu vou explicar.

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Tenho tido aulas com Caliban. Aulas de escrita, estilo e ética. Graças a ele, tenho escrito com afinco, louvor e êxtase. Ariel está de férias. Então, meu material encontra-se, podemos dizer, atrasado. Venho então, escrevendo de forma tendenciosa. Isso me fez, mudar muitas coisas na história. Muitas coisas mesmo.

1. O Epílogo torna-se base para o entendimento geral da história. Porém ele só poderá ser entendido na íntegra no final de tudo. Então, quando ele for lido novamente, a história toda fará sentido. Fazer isso me deu um trabalho imenso. Mas valeu à pena.

2. O primeiro capítulo começa no estilo "Dan Brow de escrever". Ou seja, assim que você acabar de lê-lo, não vai mais querer parar. Isso me fez cortar muitas coisas, acresecentar outras e mudar a linguagem da história toda.

3. O primeiro volume narra a história de nosso herói. Ele narra a história toda. Desde a descoberta do Diário até o fim da leitura dele. O segundo volume, narra o que aconteceu antes da história. Como o Diário foi feito e o porquê dele existir. O terceiro volume narra o que aconteceu depois do primeiro volume. É narrado por nossa heroína, que está sofrendo perseguições de um vilão. E o quarto volume, que na verdade é uma crônica, narra a história de Ariel e Caliban. O que vai fazer sentido, só no fim mesmo.

4. O primeiro volume espero terminá-lo nas férias de meio de ano. De modo que vocês poderão ter um "divertimento" nas férias. O segundo volume espero entregá-lo no dia do aniversário do Saimon. O terceiro volume, no Natal. A crônica, eu vou entregar de uma forma especial. E não me perguntem como.

5. A História se chamará "Grimoire" (pronuncia-se grimoár) e, cada volume, terá subtítulo adequado.

Dada as devidas explicações, espero que todos tenham ficado satisfeitos. E como minha benevolência é muito grande. No dia 19 de Março, Primeiro Dia do Ano, vocês receberão o Epílogo e o Primeiro Capítulo.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:45 em 26 de fevereiro de 2007
E quando tudo dar certo. Você monta um plano perfeito, as coisas estão se encaixando perfeitamente. Falata só mecher a alavanca. O frio na barriga neste momento é muito bom! Saber que as coisas agora vão andar! Nossa! Aô trêm!

Vou voar! Agora vai! Se não for, vai rachar. Aí não vai mais nunca! AAAAAAAAAAAAAA!!!!!!

Falta tão pouco. Tão pouco mesmo...

Vamo que vamo!!!!!

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 14:05 em 13 de fevereiro de 2007
As coisas mudaram. O tempo de farra, festas e ócio; hoje chega ao fim.
Vou fazer pequenas revoluções, grandes avanços. Vou mudar meu quarto, vou ser mais religioso, vou estudar mais. Vou me propor metas. Vou cumprir elas. Hoje chove. O horizonte, invisível, me traz lembranças. Melodia harmoniosa nos ouvidos. Queen; Fredie Mercury; Love Of My Life. Seus líricos chegam a me emocionar. Não me sinto trste. Me sinto mudado. acho que encontrei o eu; o eu verdadeiro; a Pedra Filosofal.

(...)

O saxofone brilha sobre a cama. Tem sido meu companheiro de divagação, de harmonia mental. meu coração se aperta ao lembrar que nós podemos nos separar. Dois Corações. Tão simples, tão brlo. A compocisão máxima de um grande mestre. Faleceu muito velho, sem ganhar sequer um centavo por suas compocisões.
Vida ingrata essa.

(...)

Como será daqui a seis anos? O fim da faculdade. O princípio da vida dulta. Como estarão meus amigos? Será que ainda nos falaremos? Nos reconheceremos? Prefiro não pensar. Não sei porquê, mas sinto angustia.
Continua a chover.
Vida intensa, ingrata e incrível. Oba! Adoro viver.

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 14:58 em 11 de fevereiro de 2007
Hoje não tenho muito o que falar. Um clássico Domingo de ócio. Ótimo, me sinto muito feliz assim. Agora tenho toda a discografia do Queen. Estou treinando sax, tenho tirado músicas legais. Minhas esperanças se renovaram hoje relacionadas ao "instrumento próprio". Bom, acho que por hoje é só.

Felicidades,

Bruno"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:02 em 7 de fevereiro de 2007
1. Deus

Sempre nos questionamos sobre a existência de Deus. Eu o fiz há muito tempo, e há muito tempo cheguei em uma resposta. Deus existe. Não pelos simples fato de existir, mas pelo simples fato de que Deus é um maranhado de existências e energias que transcedem e agem sobre o mundo, sobre o universo, sobre nossas vidas. Em primeiro lugar, Deus não é um ser. Está longe disso. Não é uma energia. Sería muito simples. Não é uma mistura dos dois. Sería muito patético. Afinal, o que, ou quem é Deus?
Deus somos nós e ao mesmo tempo não é ninguém. Interessante não? Na verdade não, na verdade é complicado. Para entender esse conceito, vamos usar de uma crença pagã.

"Cada um é seu Deus; cada um é um Deus, cada uma é uma Deusa. Cada pessoa é uma Dinvidade controladora de sua própria realidade. Ou seja, um Deus ou Deusa."

O controle de nossa própria realidade é algo que realmente nós não podemos negar que temos. Algumas religiões denomina esse controle de Livre Arbítrio. O ato de realizar qualquer ato. Levando em consideração essa afirmação, então temos cerca de 6,1 bilhões de Deuses no mundo. Sería um panteão bem caótico não? De fato o é. Nós todos sabemos que pelo menos metade, ou mais possui uma irresponsabilidade latente.
Mas deixando essas brincandeiras de lado, podemos concluir que existe uma força maior que nós todos. Uma força desconhecida. Essa força que ronda tudo e todos. O Akasha.

O Akasha está presente em tudo neste plano de existência. Ele funciona como um ditâme; regras para esses bilhões de Deuses. O Akasha é uma energia. Uma energia visível, de cor roxa, que aparece a olho nú em um fenômeno denominado Aurora. Já se foi estudado que o Akasha se direciona sozinho. Ele tende a ir de encontro com pessoas que estão em desarmonía. Eu acredito que isso não ocorre por acaso.

Ao olharmos ao nosso redor, vemos uma abundância muito grande de vida. Presente em animais e vegetais.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 11:38 em 6 de fevereiro de 2007
Em meus estudos diários, cada vez me deparo com algo que me surpreende. Dessa vez, foi sobre o ofício da escrita, o ofício de se produzir o verbo. Acabei descobrindo que é o ofício mais perigoso.

" - No meu tempo usavam as espadas para impor interesses, hoje você usa a caneta, que lhe confesso ser uma arma muito mais potente que qualquer outra, pois ela muda o intelecto, muda o cerne interior do homem, formula o verbo dando-lhe a materialidade para o entendimento daqueles que não conseguem ver o sutil.
Sua caneta transcede a sutileza das palavras imateriais grafando-as. Assim, algo sutil e impalpável se torna real e visível para aqueles que não conseguem vivificar o verbo falado, mas podem vê-lo grafados.
- Na verdade, o verbo escrito também mata o homem, fazendo-o renascer para a construção de um grande templo interno. Um templo da sabedoria intelectiva que se aproveitada com sabedoria vai ser moldado num homem novo; com isto introjetado no seu âmago, vai transferir esta evolução para seus descedentes que receberão esta carga do conhecimento, crescerão e certamente serão mais sapientes que seus pais, isto é, se desejarem evoluir."
Na Trilha dos Templários - Jamil El Chihimi

Pediram me hoje para que ensinasse a escrever. Eu perguntei logo, "não sabes?". A resposta dúbia à minha pessoas foi "não tão belo". Eu não escrevo tão belo assim. A meu ver, minhas palavras são tortas e incoerentes. Surgem de quando em vez brutas, ásperas e incomuns. O que é natural, visto que só escrevo normalmente para aqueles que amo.
O ato de expressar é algo complexo em si. Eu me expresso pela palavra escrita ou falada. Outras pessoas se expressam através da encenação, outras através da música. Algumas não se expressam. Sentem vergonha. Mal sabem elas, que a maior vergonha que podem passar é de não se expressarem. A vergonha de ser apenas mais um na multidão. Apenas mais um...
Não sei se um dia "o poço vai secar". Ou minhas mão estarão falhas e incontroláveis e não poderei mais escrever. Não sei se a voz há de faltar ou até a conciência do viver. Mas enquanto isso não me ocorre, me sinto livre (os passáros tomam conta de minha cabeça novamente) em poder escrever sobre o que eu quiser.
É este aspecto em que quero chegar. O poder escrever sobre o que quiser. O querer em si e o fazer a partir dele. Estou vivendo um momento especial em minha vida. Um momento mais espiritual, mais mágico podemos dizer. Isso graças à companhia de pessoas maravilhosas, meus Amigos. Para não desperdiçar este momento, estarei postando aqui, um por dia, três textos especiais. Textos que no fundo falam de coisas cotidianas, porém, de tão cotidianas, não são nem notadas. Então peço encaricidamente, ao meus leitores mais assíduos, que não estranhem o que há de aparecer por aqui.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes" ::

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 21:02 em 5 de fevereiro de 2007
É interessante como os pequenos atos das pessoas que amamos, nos traz a inspiração tão desejada. O mais interessante é que essas pessoas não se dão contam disso. Acho que isso faz tudo ficar divertido. Faz tudo ficar fluente.
Hoje sinto a vontade de falar da atualidade. Da atualidade de minha realidade. Falar de como eu vejo o que está se passando. Hoje me dei conta que a escola está acabando. Sim, acabando de vez. Segundo Ano do Ensino Médio. Um pouco triste, é claro, mas também com a satisfação do dever cumprido. Falta um pouco ainda, eu sei. Mas sei também que esse pouco que falta há de passar rápido.
A adolescência, é uma fase da vida realmente maravilhosa. Agora percebo que é nesta fase que moldamos nossa personalidade e caráter. É nessa fase que deixamos nossos vínculos de memória. Porquê serão dessa fase de nossa vida, que nossos filhos e netos hão de escutar histórias.
A amizade é algo que à cada dia me deixa mais perplexo. Não posso me expressar. Não posso falar verdades. A interpretação fria e incoerente me fere. Me sinto bobo. Me sinto um idiota. Me sinto na vontade de escutar palavras de solidariedade. Acho que devo incluir a frieza na minha personalidade. Até que me prove o contrário, ela estará congelada. Basta aquecer e apreciar.
Mas, lembrando disso, vem à minha cabeça a dura sentença: "Amizade Verdadeira." Mas, o que é verdade? Segundo a Ordem DeMolay, "verdade é o valor mais alto que podemos desejar. Embora ela seja entendida de vários modos através da História, sempre desejamos alcançar o verdadeiro. Para isso, é necessário vencer o senso-comum, os juízos impostos e os preconceitos; é preciso entender o mundo à nossa volta e conhecer a nós mesmos. A Verdade nasce do desejo de encontrá-la, mas primeiro devemos reconhecer nossa própria ignorância."
Não sei se sería egoísta ou egocêntrico ao dizer que busco a verdade. Faz algum tempo que entendi que só se encontra a verdade, sendo verdadeiro. Bom, eu tento ser verdadeiro em tudo que faço. Em todo sentimento que demonstro. Sendo que também aprendi, que somente sem interesse, é que se consegue ir adiante. Pode-se pedir a mim qualquer prova. Não temo fazê-las. Acho que a auto afirmação nos dias de hoje, não passa de conversa. O concretizmo físico se faz necessário agora. Tempos agourentos, posso afirmar.
Estou vivendo também um momento de felicidade quase plena. Percebi o Grande Dogma Rosacruz. Sim, o Domínio da Vida. Como as coisas estão fluindo maravilhosamente bem. Meu Livro está tomando um rumo excelente. Já estou quase finalizando o primeiro volume. Faltam dois ainda, mas são pelo menos, alguns passos dados. Devo postar a introdução e o primeiro capítulo assim que considerar o primeiro volume por pronto. O Título ainda não me decidi realmente. Isso está me deixando louco. Acordo decidido e durmo em dúvida. Não sei se são as novas idéias do Livro, ou se na verdade não cabe a mim dar um Título à obra; só sei que até agora (apesar de pretensiosas afirmações), neca de pitibiribas de um Título que me agrade.
Tenho estudado Teologia. O estudo da Fé. Estou passando a escrever certos artigos que me levariam à fogueira. Acho que sinto cheiro de Inquisição...
O meu Desafio não está indo de vento em popa. Acho que vou ter que contradizer certas pessoas (acho que levarei alguns tapas), para que meu Desafio siga em frente. No mais, vejo um ano promissor. Ano de dádivas, ano de finalização de mudanças. Se depender de como as coisas estão agora, vejo sim apenas felicidade.
Gostaría ainda de deixar um pouco de filosofía no ar. Afinal, é bom começar a semana sobre a égida da reflexão. Estava a estudar e me deparei com uma questão interessante. Se realmente, a quantidade de espinhos é maior que a de rosas, porquê não colher margaridas? Achei interessante. Trata de escolhas, de caminhos. Me fez parar e pensar. Espero que faça o mesmo com vocês.

Felicidade, Paz e Verdade;

Bruno Henrique Fernandes"::

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:54 em 3 de fevereiro de 2007
O que fazer quando tudo vai bem? Sim, o que fazer? Hoje eu me ví assim. Tudo perfeito. Todos os meus problemas foram resolvidos. Não tenho mais que esquentar minha cabeça. As aulas já estão aí. Estou ansioso para estudar. Ô saudosa bagunça! Tenho tido um desenvolvimento considerável nas Ordens em que participo. Minha Família está 100%. Tudo está andando conforme o esperado. Nossa! Como estou feliz!
Fórmula para isso? Sim, tem. Eu ensino de bom grado:

Fórmula Alquímica Cabalística para a Felicidade

Uma parte de Otimismo Constante
Duas partes de Alegria Irradiante
Meia parte de Entendimento do Ser
Uma parte de Contemplação Divina

Misture tudo e beba de uma só vez. No princípio o gosto é amargo. Depois torna-se azedo. Depois perde-se o gosto e por fim torna-se doce.

Os efeitos são imediatos e podem ser duradouros desde que consuma de forma periódica os igredientes já citados.

Ah! Perfeito! Perfeitíssimo.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes" ::

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 16:34 em
A definição dada para magia é clássica. O controle da própria realidade. O mago possui o poder de controlar sua realidade como ela é. Daí advem a razão de cada um é um Deus, uma Deusa em potencial, aptos a controlar sua própria realidade.

Após nossa iniciação física. Após vislumbrar alguns mistérios iniciáticos, podemos observar a latência de nossos poderes. Através deles é que nós construiremos nossos caminhos.

Observemos a Lei de Murphy: "Se algo possuir uma chance de dar errado, por mínima que seja, ela dará errado." A Lei De Murphy (daqui para frente LM) é contraditória na Magia. Algo vai dar errado desde que você quer que dê errado. O mago sabe exatamente disso. Pois a realidade, e suas manifestações são controladas por ele. No momento em que se pensa no erro, ele falha, pois ele passa a controlar a realidade dessa forma. A LM não é aceita pela ciência. Visto que por cáuculos propabilitórios, toda ação do homem, desde o mais simples respirar sería uma catástrofe.

"O homem que vive a pensar no erro, não serve para viver." Essa frase, de tradição xamânica, vem a completar a idéia de controle da realidade. Sabe-se que o desânimo é a chave para o fracasso e a incerteza a porta.

Os grandes líderes sabem disso. Um lider não deve jamais ser falho. Não deve ceder. Um Líder deve ser o suporte, a base do grupo. Se o Líder pensa no fracasso, o grupo vai fracassar.

Em Magia, quando estamos caminhando no mistério, é nos apresentado diferentes situações. Situações que dependem de nosso controle de realidade. Somente aqueles que desenvolveram esse poder são capazes de seguir adiante. Os que falharam ficam parados estáticos.

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Arrependo-me de ter dado início em uma empreitada que considerava o máximo. Alguém conhece a palavra desgosto? Eu agora conheço. Aprendi uma lição. Sim, estamos nesse mundo para isso. Seja mais cauteloso. Confie somente nos melhores para ensinar o que sabe. Confie naqueles que não hão de trair seus ensinamentos e não vão renegar sua iniciação.
O aprendizado mágico é algo maravilhoso. Mas descobri que não é para todos. Acho que o caminho solitário é o que devo seguir. A empreitada mágica deve ser O Caminho do Ermitão.

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Mas como tudo neste mundo é perfeito; hoje me sinto feliz. Um pouco de conversa faz as coisas realmente melhorarem. A Amizade é uma virtude maravilhosa. Como é bom tê-la presente em sua vida! Agora eu posso afirmar que tenho uma amiga! ^^

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Hoje estou com um tino de inspiração. Acho que vou escrever mais. Mais à noite devo postar algo mais animador e filosófico. Acho que vou fazer uma alegoría mística em homenagem à algumas pessoas. Elas merecem!

Felicidades,

Bruno H. Fernandes" ::

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 08:51 em 2 de fevereiro de 2007
Nos três aspectos contemplativos da Deusa; Criança, Mãe e Anciã, podemos perceber a pelenitude da natureza. Relaciona-se esses aspectos com a Lua. Símbolo máximo das dádivas da Mãe, da Senhora que nos governa, que nos protege. Hoje se fez lua cheia. A Deusa Mãe. Segunda vez no ano. Hoje contemplei a Lua, a Mãe, a Deusa.




Ó preguinante, orvalhada Lua a navegar pelos céus,
Que brilha para todos,
Que fui através de todos,
Luz do mundo.
Donzela, Mãe, Anciã,
Ser criativo, Ser refrescante
Isis, Astartéia, Cibele
Kore, Ceridwen, Levanah
Luna, Maria, Ana
Riannon, Selene, Deméter, Mab
Olhe com nossos olhos, ouça com nossos ouvidos,
Toque com nossas mãos, respire com nossas narinas,
Beije com nossos lábios, abra nossos corações,
Penetre em nós!
Toque-nos, Transforme-nos, Faça-nos um todo.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:37 em 1 de fevereiro de 2007
Amizade, do latim amicitate. Sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual.

Bom, até um dia, eu pensava ter uma amiga. Simples não? Na verdade não. A amizade não é simples. Pode ser plena, bela, mas não é simples. A amizade é uma relação muito mais delicada que um casamento. Chega, em certos pontos, ser mais fiél. Ser mais natural.

Não cobro das pessoas que amo. Prefiro que elas cobrem de mim. Prefiro ser apontado do que apontar. Eu normalmente confio nas pessoas, não em todas, pensado que elas confiam em mim. A medida que vou ficando mais velho estou percebendo que o mundo não passa de uma ilusão. Eu acreditava (acho que ainda acredito), naquele sentimento fraterno, recíproco, sem interesse. Cujo objetivo é apenas a de ser amigo, de poder contar nos momentos de tristeza, de ansiedade e principalmente de felicidade.

"Apenas colegas". Frieza. É assim? Dessa forma que deverá ser? Frio. Apenas 'oi', 'tchau'. Se soubesse o que realmente estaría perdendo, tería medido as palavras. Um baque. Um mergulho na profundeza de um oceano frio. Me senti assim. Tudo em vão? Será? Tudo em vão?

O coleguismo é apenas a convivência. Uma simples convivência forçada. No coleguismo o convívio se faz apenas por isso. Apenas. Não há o afeto de se lembrar da data de seu aniversário. Não há a ternura do acalento quando nós estamos tristes. Não há a liberdade de ir na sua casa e poder dormir na sua cama.

Por essas e por outras é que ainda acredito que tenho uma amiga. Mesmo que ela me considere um simples colega de banda. Mais um como tanto outros. Mesmo que ela prefira o convívio de seus amigos do que o meu. Mesmo que ela prefira a tristeza a solidão do que o meu acalento. Ainda sim, vou chamá-la de amiga. Indica-lá como uma amiga. Não posso fazer por menos. Sou grato de mais a ela. Não estaría sendo homem, se preferisse a frieza. Posso viver numa ilusão. Em uma utopia de sentimento, criada por uma mente cansada e carente. Uma mente que já sofreu por demais em sua curta existência. Mas pelo menos viverei feliz.

Sim, haverá um dia que terei que acordar. Que terei que enfrentar a dura realidade do ser. Posso cair. Nunca mais me recuperar. Ou posso apenas acordar e ver que foi tudo um deja vu.
Que toda essa ilusão foi apenas um presságio feliz do que virá agora.

Olho para o horizonte. Lá estão eles. Os pássaros. Quantas vezes eu os vejo. Quantas vezes eu me sinto impelido em clamar por eles. Buscando a cobiçada liberdade. A cobiçada ventura de não ter responsabilidades, nada que te prenda à terra. A realidade do voar. Hoje quase me atirei pela janela, pensando em me tornar como eles. Preferi não fazê-lo. Ainda tenho uma missão a cumprir. Tenho que terminá-la. Quem sabe, ao final dela eu possa ir embora com eles. Ser livre.

A cada ano que passa, olhar para trás torna-se mais doloroso. Isso porque o que se faz no presente, marca o passado com glórias. E o futuro com incerteza e amargura.

Peço a lincença. Perdão. Mais uma vez. Se for necessário lhe pedir mais, eu peço. Se for necessário buscar o couro de um antigo dragão, que vive além da grande montanha de fogo, gurdada por gigantes de aço da eternidade; pode ter certeza, eu vou.

Quería apenas poder conversar pessoalmente com você.

Apenas,

Bruno H. Fernandes" ::

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 06:23 em 29 de janeiro de 2007
Já se passaram dois anos e dois mêses. Um bom tempo. Não é muito, mas é um bom tempo. O mais interessante é que me recordo de tudo. O primeiro momento. Gravata borboleta, ansiedade, nervosismo. Sim, me lembro de tudo, como se fosse ontem. No último sábado, as recordações me pareceram mais nítidas.

Ao entrar na Sala Capítular, ato que já viz incotáveis vezes, exitei. Sim, pela primeira vez exitei. Não pelo fato de ter uma centena de pessoas ali me observando, mas sim porque me sentia bobo. Me sentia diferente. Tomei forças, não sei de onde, acho que a Grande Mãe olhou para mim naquele instante, e entrei na Sala.

À cada palavra dita pelo Mestre Conselheiro, me via cada vez mais diferente. "O segundo cargo mais alto..." Essas palavras ecoaram em minha mente. E estão até agora, procurando um refúgio confortável, de conformismo e eqüidade. Sentia o peso da jóia, da capa, do malhete. Agora, trocava meu tímido posto no Oriente, pelo posto mais alto do Norte e Ocidente. Novos ângulos de observação, de interpretação, de responsabilidades...

Responsabilidade.

Sim, palavra assustadora. Muitos a evitam. Muitos desconhecem seu significado. Mas, no meu caso, eu já pude percêbe-la, vivenciá-la e passar muito aperto com ela. Mas agora, ela está soando de forma diferente. A causa? Alguns falam que é a experiência; muita ou pouca. Eu, particularmente, não me sinto com "pouca experiência", se assim fosse, não sería eleito e estaría exercendo o saudoso cargo de Organista (êh saudade). Também não sou um poço de experiência. Ainda falta muito caminho para ser andando, e muita coisa para ser aprendida. Tenho uma boa parcela de experiência. Que, tomara, cresça cada vez mais.
Mas, continuando o assunto; não sei porque vejo a responsabilidade de uma nova forma. Medo? Não, não estou com medo. Não tenho motivos para tal. Minha mãe me disse que é porque as responsabilidades são outras. Por isso é vista de forma diferente. Não sei se é assim. As responsabilidades aumentaram, mas não mudaram.

Acho que vou descobrir realmente quando cumprir meu dever. Quando as obrigações, depois de feitas, se tornarem recordações do trabalho bem feito.

Me resta trabalhar e orar. O trabalho dignifica o homem e a oração acalenta e salva sua alma. Agora como Primeiro Conselheiro. No Ocidente. Ocaso da vida.

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:15 em 26 de janeiro de 2007
Essa foto é especial, merece uma postagem só para ela. Descrição? Não... não sería boa o bastante. Bons momentos como estes me fazem perder as palavras.




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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 22:15 em 24 de janeiro de 2007
No último sabado, tivemos um pouco de divertimento Non Sense a lá Nórdicos Bárbaros. (O.o'). Regado à muita água, refrigerante e carne. Com pitadas de loucuras vãs, ocasionais 'bunda lêles' em plena rodovia e a incrível capacidade de auto flagelo em sabão (que não contou com minha
alérgica participação).




Diversão! Muita diversão! Junte ócio, mais um dia quente, mais uma casa de campo, mais dez adolescentes. Sim, terá destruição e energia para todas as férias. Isso que é vida, ou melhor, vagabundagem.



Momentos lembráveis? Sim. Ficarão na memória. Momentos com amigos, momentos de prazer, sem compromisso com nada, nem ninguém.

Tomara que venham outros como este. Melhores, piores. O interessante é que venham outros.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 03:38 em 18 de janeiro de 2007
O primeiro a se apresentar em nossa jaula, digo, arena é Saimon. Seu texto, que fala sobre a vida, é dirigido a uma pessoa muito especial. Quem sería? Bom, a Luana. Isso mesmo! Esse texto foi escrito especialmente para ela. Espero que ela leia e se inspire, com isso, possa cumprir nosso desafio...

Bom, Eu não sou muito bom pra isso, Pocas praticas mais topei o desafio do Bruno

Bom Vida... Que palavra mais dificil de ser usada não??? uma coisa que só ao final vamos virar pra traz i falar, eita é essa a vida qui tantos falam... Amores, Felicidades, Odios, Inimizades, Como que pode, Tudo isso em uma palavra só Tente definir a palavra "Vida"

"Vida: A vida é um conceito multifacetado. Pode-se referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao espaço de tempo entre o nascimento e a morte dum organismo; a condição duma entidade que nasceu e ainda não morreu; e aquilo que faz com que um ser vivo esteja vivo. Metafisicamente, a vida é um processo constante de relacionamentos."

É isso, Muitas pessoas seguem o dicionario. No caso dessa palavra você seguiria???

Uma pessoa Chegou perto de mim i falou: "Não queria ter nascido Hoje" aquilo foi um caos
Será? Ela largaria de conhecer amigos, parentes, pessoas amadas na vida por causa de 1 obstaculo?
Será? Que uma pessoa tão especial se derrubaria por apenas uma pedra no caminho? Ela qui ja ganhou inumeros combates?
Será? Que Colocaria tudo a perder por apenas uma coisa qui com apenas seu amor i afeto as pessoas conseguiria vencer?

Axo qui não, A vida se resume nisso?

"estradas limpas com bosques lindos e águas cristalinas cheias de peixes em banquetes prontos para serem servidos?"

Qual é a graça? Acho qui nenhuma.

Vida seria isso (por mim)

"Vida é uma estrada cheias de pedras casas quebradas e bosques destruidos, águas impuras..."

Para que com nossa força de vontade, batalha vire estradas lindas, com bosques e borboletas construido por seu suor, casas e familias lindas e águas puras se mostrando como se deve ser para ter conseguido isso tudo.

Saimon Ribeiro"

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Escrivinhado por Bruno Fernandes às 01:53 em 15 de janeiro de 2007
Sim! Um desafio!

Nobres Damas e Cavaleiros! Um desafio eu vos proponho! Expressar-se por meio da palavra escrita! Por meio das obscuras letras, grafias disformes e pontos aterrorizadores!

Alguém se candidata?

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